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GAROTO, ex-atacante da Portuguesa de Desportos-SP, E.C. Comercial de Cornélio Procópio-PR, Arapongas-PR, Grêmio de Maringá-PR.

 

 

 

 

Wilson Genaro, o Garoto nasceu em São Paulo Capital no ano de 1930.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Garoto começou a carreira no Carandiru.

Logo estava na Portuguesa de Desportos na cidade de São Paulo em 1952, e o Técnico era o Oswaldo Brandão.

Logo o Técnico arrumou um lugar no time para Garoto, e o time era estrelado por: Pinga, Nininho, Julinho e Simão.

 

Depois foi em 1954 jogar no Esporte Clube Comercial de Cornélio Procópio no Estado do Paraná.

Aqui jogadores do Comercial, onde vemos Dirceu Funari, ?, Bocage, Miguel Funari e Garoto.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pelo Comercial ele fez partidas memoráveis, sagrando-se Campeão Invicto da Série Norte do Paraná em 1958.

 

 Acima o Time do Esporte Clube Comercial de Cornélio Procópio com a faixa de Campeão Invicto da Série Norte do Paraná, e a escalcação é, em pé: Arnoldo, Gibi, Pedrinho, Marinho, Orandi, Bocage, Dirceu Funari e Moreira

Agachados: O Técnico Rey (ex-goleiro do Vasco da Gama-RJ), Chuvisco, Joãozinho, Garoto, Nelsinho, Silvinho e Miguelão.

 

 

 

Abaixo outra foto do Comercial recebendo uma premiação de um empresário da cidade, e a escalação é a seguinte: Em pé: Américo, Marinho, Nelsinho, Moreira, Dirceu Funari, Badu, Pedrinho e Gibi.

Agachados: Bocage, Silvinho, Joãozinho, Garoto e Chuvisco.

 

 

 

 Abaixo foto de outro jogo histórico, em que o Comercial recebeu o Palmeiras de Jair Rosa Pinto e tomou uma senhora goleada de 7 x 2. Vemos Garoto agachado sendo o terceiro da esquerda para a direita.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Abaixo outra foto do Comercial de 1960, onde vemos em pé: Beline, Dirceu Funari, Pinduca, Mourão, Pedrinho, Asas e Vitão.

Agachados: Vitinho, Garoto, Vilanueva, Nelsinho, Silvinho, Maário Catuci e Baltazar.

 

 

Em 1959 foi jogar no Arapongas, também tendo sucesso, e conquistando o Título de Campeão do Torneio do Norte do Paraná de 1959, e decidindo o Torneio Início e também o Título da Série Norte com o Londrina, mas desta vez ficou com 2 Vice-Campeonatos.

Garoto foi figurinha do Álbum de Figurinhas Cracks do Paraná de 1959 quando estava no Arapongas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Abaixo o time do Arapongas Campeão do Troneio do Norte do Paraná de 1959, foto= Livro Interior Bom de Bola do Autor Antônio Padilha Alonso.

 

 

Em 1960 voltaria para o Comercial, onde conquistou mais um Título da Série Norte do Paraná no ano de 1961.

E depois conquistaria o Título máximo do Estado, O Comercial sagrou-se Campeão Paranaense do ano de 1961, vencendo em um triangular com a Esportiva de Jacarezinho e o Operário de Ponta Grossa.

 

 

 

E depois conquistaria o Título máximo do Estado, O Comercial sagrou-se Campeão Paranaense do ano de 1961, vencendo em um triangular com a Esportiva de Jacarezinho e o Operário de Ponta Grossa.

Abaixo o Comercial que venceu o Mandaguari por 2x1 conquistando assim o Título de Campeão da Série Norte de 1961.

 

Escalação: Em pé: Américo, Bocage, Dirceu Funari, Gatão, Pedrinho, Veludo e Arnoldo.

Agachados: Diogo, Guacho, Joãozinho, Garoto, Miguel e Márcio.

 

Na sequência de sua carreira no Esporte Clube Comercial de Cornélio Procópio, onde teve os melhores momentos de sua carreira, sendo Bi-Campeão da Série Norte do Paraná 1958/1961 e Campeão Estadual do Paraná em 1961.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No ComercialGibi, Dirceu Funari, Bocage, Vitão, Mourão, Pedrinho, Baltazar e Arnoldo.

Vitinho, Garoto, Villanueva, Nelsinho, Silvinho, Torquato.

 

 

Abaixo o Esporte Clube Comercial foi convidado para fazer um amistoso contra a Prudentina que estava ingressando na primeira divisão do Campeonato Paulista em 1962.

Aqui Garoto aparece amarrando a chuteira.

 

 

E não parou por aí, Garoto foi jogar no Grêmio de Maringá, onde fez muito sucesso e venceu mais Campeonatos.

Chegou logo em 1962 e foi vencendo o Campeonato da Série Norte em 1963, venceu o Estadual de 1963, em 1964 venceu mais uma Série Norte e outro Estadual.

 

  

 

Em 1964 encerrou a carreira aos 34 anos, e passou a ajudar o Grêmio Maringá nas categorias de base.

 

 

Foi considerado um dos maiores goleadores e centroavantes do Norte do Paraná, sendo citado até em livros como no Selecionado do Norte do Paraná, o livro em questão é o Interior Bom de Bola de Antônio Padilha Alonso, que traz muitas fotos e histórias dos Times do Interior do Paraná.

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Disputou a artilharia do Paranaense de 1959 até 1964.

Em 1963 fez o gol do Título Estadual para o Grêmio de Maringá, diante do Ferroviário, fez o gol do empate.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No final de sua vida em Maringá, Garoto vivia sozinho e sem aposentadoria, e muito doente foi levado para Campo Mourão para morar com uma sobrinha, mas como estava muito doente mesmo, faleceu no dia 07 de setembro de 1987 vítima de cirrose, com apenas 57 anos de idade.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No dia 08 de Setembro de 1987 foi sepultado no Cemitério de Campo Mourão e em todas as cidades em que deixou amigos no meio do futebol, deixou saudades e sempre será lembrado pelo seu lindo futebol.

 

 

 

 

Títulos:

Esporte Clube Comercial de Cornélio Procópio

Campeão Invicto da Série Norte do Paraná de 1958;

Campeão da Série Norte do Paraná de 1961;

Campeão Estadual do Paraná de 1961

Arapongas

Campeão do Torneio do Norte do Paraná de 1959

Grêmio de Maringá

Campeão da Série Norte do Paraná de 1963;

Campeão Estadual do Paraná de 1963;

Campeão da Série Norte do Paraná de 1964;

Campeão Estadual do Paraná de 1964

 

 

Aqui 2 Ídolos do Futebol Paranaense, Garoto e Chuvisco.

Foto= arquivo Marcelo Dieguez

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Abaixo Garoto (ex-artilheiro do Comercial de Cornélio Procópio, Grêmio Maringá e Arapongas) e Zeferino em matéria da Revista Pois É de dezembro de 1986, em que tratava da matéria da dificuldade de jogadores após a aposentadoria.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Abaixo os veteranos de Cornélio Procópio, a maioria jogava pelo Esporte Clube Comercial.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Publicado por: Murilo Dieguez

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Fonte de Pesquisa:

acervo www.historiadordofutebol.com.br

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Aqui Garoto em Cornélio Procópio quando jogou pelos Veteranos de Cornélio.

 

 

 

 

"Garoto, você faz parte da história do futebol, e eu Marcelo Dieguez, O Historiador não vou deixar sua história ser esquecida".

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GRILO, ex-atacante do Água Verde-PR, Bangu-RJ, Portuguesa Santisa-SP, Atlas do México.

 

 

 

 

 

 

Newton Gonçalves dos Santos, o Grilo nasceu no dia 1º de julho de 1935 na cidade de Curitiba no Estado do Paraná.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Era um atacante rápido, e recebeu o apelido por ser um exímio cabeceador.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto= Luiz Fernando Evaristo


Começou sua carreira jogando no Água Verde, aonde atuou de 1952 a 1954.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto= Luiz Fernando Evaristo

 

 

 

 

 

 

 


Foi contratado pelo Bangu, em 1955, para formar dupla de ataque com o grande Zizinho.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto= Luiz Fernando Evaristo

 

Das tabelinhas entre os dois saíram muitos gols quando o Bangu foi campeão do Torneio Initium, de 1955.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto= Luiz Fernando Evaristo

 

Jogou por este clube carioca até 1956, quando foi contratado pela Portuguesa Santista em 1957.

 

Abaixo Grilo em 1959 na Portuguesa Santista

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Abaixo Grilo em 1959 na Portuguesa Santista Campeã da Fita Azul, onde Grilo aparece agachado, sendo o segundo da direita para a esquerda.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

De 16 de abril a 28 de maio de 1959, a Portuguesa fez vitoriosa excursão à África portuguesa, visitando Moçambique e Angola, de onde trouxe 11 taças de prata, 16 galhardetes e uma salva de prata, e principalmente a Fita Azul, por ter vencido as quinze partidas que disputou.

O feito foi amplamente comemorado: Santos parou para recepcionar os jogadores que desfilaram em carros abertos pelas ruas centrais. Eram eles: Carlito, Perinho, Raul, Pixú, Jorge, Nicola, Gonçalo, Guilherme, Grillo, Valdo, Andu. O técnico: Filipo Nuñes.

A delegação da Portuguesa desembarcando em Santos, do navio holandês “Ruys”, em 11/06/1959. O time campeão foi recepcionado calorosamente por uma multidão na cidade. Os jogadores desfilariam em carro de bombeiro pelas ruas de Santos, e aclamados como heróis.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Recepção apoteótica em Santos aos jogadores "fita azul" que chegavam da África em 1959
Foto: revista especial do 57º aniversário do clube, 1974

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Portuguesa vivia o que, talvez, tenha sido o melhor momento da história do clube, quando a equipe participou de uma excursão para a África do Sul.

Jogadores em 1959 desfilaram pelo centro de Santos, em carro de bombeiros, tendo atrás o carro das Organizações Vítor Costa (OVC)/Rádio Nacional para transmitir a festa
Foto: revista especial do 57º aniversário do clube, 1974

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Briosa entrou em campo 15 vezes e venceu todas, marcando incríveis 75 gols. A inesquecível campanha deu à Portuguesa a "Fita Azul do Futebol", título concedido pela Confederação Brasileira de Desportos (CBD), a atual Confederação Brasileira de Futebol (CBF), ao clube que voltasse invicto do exterior.

Além da Portuguesa, oito equipes brasileiras possuem a honraria, entre elas o Santos, Corinthians, Coritiba.

Portuguesa Santista venceu 15 jogos no exterior e
ganhou a Fita Azul (Foto: Reprodução / TV Tribuna)

 

Aqui vemos Grilo onde aparece com os braços cruzados

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Antigos jogadores relembram com carinho os bons momentos da Briosa.


Abaixo parte de matéria do site: www.falasantos.com.br sobre a Excursão da Portuguesa Santista conquistando a Fita Azul, Texto de :


Frederico Souza de Queiroz Assis
Professor do curso de Relações Internacionais da ESAMC Santos. Bacharel em Relações Internacionais (2005-2009) e mestre em História Social pela Universidade de São Paulo (USP). Foi bolsista de iniciação científica da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e da CNPq do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Estudos sobre os Estados Unidos (INCT-INEU – CEDEC/San Tiago Dantas).

Contudo, a viagem internacional que melhor projetaria a imagem da Lusinha ocorre em 1959, quando o escrete santista desembarcou em terras do continente africano. O êxito da campanha proporcionou ao clube a honra de deter a “Fita Azul do Futebol Brasileiro”, título honorário concedido pela CBD (Confederação Brasileira de Desportos, entidade responsável pela organização dos esportes no Brasil, entre 1919 e 1979; a partir daí se marcaria o surgimento da CBF, Confederação Brasileira de Futebol, por meio de um decreto da FIFA, que exigia que o futebol fosse gerido por entidades exclusivas ao esporte) aos clubes que permanecessem invictos pela maior série de jogos em campanhas no exterior em uma temporada.

O termo “fita azul” havia sido cunhado para o caso das embarcações marítimas que fizessem em menor tempo o percurso de travessia do Atlântico Norte, na virada do século XX (exemplo ilustre é o recorde do majestoso navio britânico Queen Mary). Por extensão, “fita azul” passou a se referir a algo de grande qualidade.

No Brasil, poucos clubes adquiriram tal condecoração: além da Portuguesa Santista, pode-se mencionar os casos da Portuguesa de Desportos (1951, 1953, 1954), do Coritiba (1972; a expressão “fita azul” está presente inclusive no hino do Coxa) e do Santa Cruz (1980).

Muitos cortejos acompanharam a partida da Briosa do cais do porto de Santos, no dia 31 de março de 1959. A bordo da embarcação holandesa “Boissevan”, a viagem marítima duraria 13 dias, atracando em terras africanas para excursionar por Moçambique e Angola, então colônias portuguesas na África. Os jogos históricos seriam realizados entre 16 de abril a 28 de maio daquele ano.

A fim de preservar a história e demonstrar o reconhecimento do feito, deve-se citar os indivíduos que levaram a cabo aquela conquista: José de Souza chefiava a delegação; Filipo Nuñes era o técnico; Juvenal Emílio dos Santos, o enfermeiro; Estevan Franceschini, o massagista; além do jornalista Mário Nobre. Os jogadores que realizaram uma das campanhas mais fantásticas de um clube brasileiro no exterior, com quinze vitórias em quinze partidas disputadas, fazendo 75 gols e tomando apenas 10, são: Adelson, Atílio, Bota, Carlito, Chamorro, Gerolino, Gonçalo, Grilo, Guilherme, Jorge, Nenê, Nicola, Nivaldo, Perinho, Pichu, Raul Simões e Valdo.

 

O artilheiro foi Grilo, com 20 gols, seguido por Guilherme, com 18.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Atracando o navio holandês “Ruys”, em 11 de junho de 1959, retornava às terras da Baixada Santista o time campeão, sendo recepcionado calorosamente por uma multidão na cidade. Os jogadores desfilariam em carro de bombeiro pelas ruas e avenidas de Santos, sendo aclamados como heróis, até chegar no estádio Ulrico Mursa, onde deram a volta olímpica no gramado.

Os dados históricos da “campanha da fita azul” são os seguintes: 5 x 0 Combinado de Moçambique (16/04), 8 x 0 Ferroviária de Lourenço Marques (18/04), 5 x 1 Seleção de Transwaal (19/4), 5 x 0 Desportos de Lourenço Marques (26/04), 4 x 2 Seleção de Lourenço Marques (30/04), 5 x 1 Seleção União Sul-Africana (03/05), 3 x 0 Ferroviário da Beira (09/05), 2 x 0 Seleção da Beira (10/05), 7 x 1 Ferroviário de Angola (16/05), 3 x 0 Combinado de Sá da Bandeira (17/05), 6 x 1 Seleção de Luanda (19/05), 4 x 1 Combinado Benguelã (21/05), 3 x 0 Grupo Desportivo Ambaco (23/05), 6 x 2 Seleção de Huambo  (24/05) e 9 x 1 Combinado de Lourenço Marques (28/05).

No entanto, a partida que entraria para a história da excursão é justamente aquela que não ocorreu. A África do Sul estava no itinerário da viagem da equipe brasileira; no entanto, a delegação da Portuguesa Santista teve que enfrentar um adversário extracampo, qual seja, o regime de segregação racial que vigorava no país. Desde o complicado desembarque dos três atletas negros da Briosa na Cidade do Cabo até a preparação para o jogo, a passagem do time brasileiro acabou por constituir um incidente diplomático entre Brasil e África do Sul.

No dia do jogo, quando a equipe santista, uniformizada, estava pronta nos vestiários para entrar em campo contra um combinado da Cidade do Cabo, um dirigente do futebol local apareceu, informando que os jogadores negros não poderiam participar da partida porque assim determinavam as leis do país. O então Encarregado de Negócios da Legação Brasileira na Cidade do Cabo, Segundo-Secretário Joaquim de Almeida Serra estava no estádio e, prontamente, manifestou-se contra a recomendação, apoiado por todo o elenco. “Ou jogam todos ou ninguém joga!”, dizia ele. E ninguém jogou.

Pela recusa em disputar a partida, o episódio obteve repercussão internacional e ajudou em alguma medida a combater o apartheid no esporte. Joaquim de Almeida Serra, neto do destacado abolicionista homônimo Joaquim Serra, recebeu um telegrama do Itamaraty, informando que Presidente Juscelino Kubitschek elogiava sua atitude. O evento também acabou se transformando em um marco histórico por ter sido a primeira vez em que o Brasil se posicionava publicamente contra aquele regime.


Fez tanto sucesso no campeonato paulista de 1958 e com o Título da Fita Azul de 1959 que chamou a atenção do Atlas (México), para onde se transferiu em 1960.


Pelo Atlas foi campeão da Copa do México e da Copa Campeón de Campeónes, ambos na temporada 1961/62.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto= Luiz Fernando Evaristo


Foi considerado o "Pelé Branco" em terras mexicanas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto= Luiz Fernando Evaristo

 

Abaixo foto do Atlas de 1962

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto= Luiz Fernando Evaristo

 

Abaixo outra foto do Atlas de 1962, onde Grilo aparece agachado sendo o primeiro da direita para a esquerda.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto= Luiz Fernando Evaristo

 

No Atlas, do México, em 1962

Em pé, da esquerda para a direita, o último é Dirceu Careca. Agachado, da esquerda para a direita, o penúltimo é Grilo.

Foto: Walter Peres

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Jogou pelo Atlas até 1964, quando voltou ao Água Verde, aonde pensava em abandonar a carreira no clube que o formou.

Aqui Grilo no Água Verde.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto= Luiz Fernando Evaristo


Disputou o campeonato paranaense de 1965.


Não resistiu ao convite da Portuguesa Santista para disputar o campeonato paulista de 1966, e ali sim, encerrou sua carreira como profissional.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Abaixo a Portuguesa Santista de 1967

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto= Luiz Fernando Evaristo


Depois disso jogou futebol de praia pela equipe do Náutico, de Santos, aonde formava uma dupla com Gigi, que foi muito elogiada por Pelé.

Craques da Praia

Na imagem "somente" Pelé e Grilo e vejam quem está ao fundo, simplesmente Orlando Peçanha (centro), Gigi (à direita) e Macedo (à esquerda). Crédito da Foto: Gigi na Rede do site http://www.giginarede.com.br/

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Náutico praiano, que tinha apenas o Rei Pelé de goleiro. Veja a escalação da esquerda para a direta: Em pé - BARLETA, PAULINHO, NETUZZI, PELÉ, PONÃO, NORBERTO, ORLANDO PEÇANHA E MACEDO. Agachados: GIGI, SIGE, TONINHO GUERREIRO, GRILO E SÉRGINHO.

Crédito da Foto: clique em Gigi na Rede

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Náutico praiano santista é uma espécie de Santos da década de 60, de Real Madrid, à época de Di Stefanno. Nesta imagem em preto e branco veja a escalação da poderosa equipe: Em pé - BARLETTA, LUCAS, SIGE, PAULINHO PONÃO, OLAVO, NETUZZI, NILTON E SR.MOREIRA. Agachados: DÉCIO, NORBERTO, GIGI, GRILO E ÁGUAS. Crédito da Foto: clique em Gigi na Rede

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Abaixo Grilo e Lio na Festa da Portuguesa Santista

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto do jornalista Eduardo Silva, editor do jornal A Tribuna, de Santos.

 

Abaixo Grilo e Lio na Festa da Portuguesa Santista

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto do jornalista Eduardo Silva, editor do jornal A Tribuna, de Santos.

 

Abaixo Grilo e amigos no dia 24 de janeiro de 2009, no restaurante Último Gole, em Santos (SP), onde o proprietário Orlando Tavares havia convidado Gonçalo e Grilo, ex-jogadores da A.A.Portuguesa Santista .

Estão na foto: em pé - Orlando Tavares e sentados: Gonçalo (esquerda) e Grilo (direita).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Com grande satisfação recebemos informações do Grilo através de sua esposa Digelza Sampaio dos Santos, onde agradeceu nosso trabalho e também veio corrigir alguns equívocos:

Olá Sr. Marcelo.

Sou esposa do Grilo e fiquei muito emocionada ao ver a reportagem sobre meu marido em sua coluna na internet.

È muito gratificante saber que há pessoas como o senhor -que valorizam os craques do futebol do passado.

Tambem, após encerrar sua carreira, ele se destacou na área da educação, como professor de educação fisica, sempre muito dedicado e admirado por alunos e companheiros de trabalho.


Se me permite, uma pequena correção.

Newton Gonçalves dos Santos(grilo) faleceu no dia 1 de agosto e havia completado 76 anos de idade no dia 1 de julho passado, mas para mim, ele continua muito vivo em minhas doces lembranças de 54 anos de convivência .


Muito obrigada por não permitir que se esqueçam dele.


Atenciosamente

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Digelza Sampaio dos Santos.

Obrigado Dona Digelza!!!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Grilo faleceu em 1 de agosto de 2011, vítima de um acidente vascular cerebral isquêmico (AVC) .

Ele havia completado 76 anos no dia 1 de julho, um mês depois veio a falecer. 

Seu corpo foi cremado no Memorial Necrópole Ecumênica.

Vejam Entrevista com Grillo artilheiro da Fita Azul 1959 Feita pelo www.portuguesasantista.net

publicado por Thort4 no youtube

 

 

 

 

 

VENHO AQUI AGRADECER A DONA DIGELZA, ESPOSA DO GRILO ARTILHEIRO DO TROFÉU FITA AZUL DO FUTEBOL BRASILEIRO ATUANDO PELA PORTUGUESA SANTISTA EM 1959. DONA DIGELZA NOS ENVIOU 6 CAMISAS QUE ERAM DO GRILO, 1 DA PORTUGUESA SANTISTA DE 1959, 1 DA COMEMORAÇÃO DOS 50 ANOS DO TÍTULO DA PORTUGUESA SANTISTA, 1 DOS VETERANOS 90 ANOS DA PORTUGUESA SANTISTA, 1 DO ATLAS DO MÉXICO, 1 DO PINHEIROS DE CURITIBA E 1 DO PARANÁ CLUBE.

OBRIGADO PELA GRANDE CONTRIBUIÇÃO AO NOSSO FUTURO MUSEU !!!

E O GRILO SERÁ SEMPRE LEMBRADO EM NOSSO TRABALHO !!!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Publicado por: Murilo Dieguez

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Fonte de Pesquisa:

acervo www.historiadordofutebol.com.br

Historiador Luiz Fernando Evaristo;

acervo Historiador Marcelo Dieguez;

Fotos arquivo pessoal de Grilo enviadas pela esposa Dona Digelza;

terceirotempo.bol.uol.com.br por Ednilson Valia e Rogério Micheletti;

www.novomilenio.inf.br;

www.falasantos.com.br

portuguesasantista.net;

Entrevista em vídeo de Grilo feita pela portuguesasantista.net

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto= Luiz Fernando Evaristo

 

 

Grilo e sua esposa Digelza

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Grilo e sua esposa Digelza

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Abaixo o filho de Grilo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

E abaixo as filhas de Grilo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

"Grilo, você faz parte da história do futebol, e eu Marcelo Dieguez, O Historiador não vou deixar sua história ser esquecida".

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GILMAR, ex-meio-campo do Pato Branco-PR, 14 de Julho de Passo Fundo-RS, União de Francisco Beltrão-PR, A.A. Iguaçu de União da Vitória-PR e Goioerê-PR.

 

 

 

 

Gilmar dos Santos, o Gilmar nasceu no dia 04/03/1960 em Tapejara no Rio Grande do Sul.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto= www.historiadordofutebol.com.br


Começou a carreira no 14 de Julho de Passo Fundo em 1978.


Em 1979 foi jogar no União de Francisco Beltrão onde jogou até o final de 1980.


Em 1981 foi jogar no Pato Branco onde ficou até 1986.

 

 

Foto= www.historiadordofutebol.com.br

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Foto= www.historiadordofutebol.com.br

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Foto= www.historiadordofutebol.com.br


Depois foi jogar na Associação Atlética Iguaçu de União da Vitória até 1989.


Encerrou a carreira no Goioerê em 1998.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Gilmar jogou como tornozelo torcido e mesmo assim fez o gol da vitória do jogo e após o jogo foi entrevistado pela Televisão local.

Foto= www.historiadordofutebol.com.br

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Abaixo os Campeões de 1981 do Pato Branco Esporte Clube

 

Foto= www.historiadordofutebol.com.br

 

 

Abaixo os Campeões de 1986 do Pato Branco Esporte Clube

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto= www.historiadordofutebol.com.br

 

 

 

 

Títulos

 

Campeão Paranaense da Segunda Divisão pelo Pato Branco em 1981;
Campeão Paranaense da Segunda Divisão pelo Pato Branco em 1986.

 

 

 

 

 

Gilmar concedeu entrevista para Marcelo Dieguez em 2010 na cidade de Pato Branco

 

 

 

 

 

Aqui Gilmar e Marcelo Dieguez após a entrevista em 2010 em Pato Branco.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Publicado por: Murilo Dieguez

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Fonte de Pesquisa:

acervo www.historiadordofutebol.com.br

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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GUTO, ex-meia esquerda do juvenil do Vasco, Clube Atlético Paranaense e Seleção Carioca Juvenil.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Luiz Augusto Pereira, nasceu no dia 26 de janeiro de 1969 em Cornélio Procópio no Estado do Paraná.

 

 

 

 

Aqui Guto em 1983 com a camisa do Vasco da Gama no Estádio de São Januário.

Foto= arquivo pessoal de Guto.

 

Começou sua carreira no futebol em Cascavel em 1982 nas categorias de base do Cascavel Esporte Clube.

Em sua estréia começou com vitória, foi Campeão da região Metropolitana de Cascavel, e seu técnico era o Elói Kruger, que o levou ao Vasco da Gama em 1983.

 

VASCO DA GAMA

 

Guto no Vasco da Gama em 1983.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 A garotada do Vasco tomando um café da manhã.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Time do Vasco em São Januário.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No Vasco ele prosseguiu sua carreira conquistando títulos do Campeonato Estadual do Rio de Janeiro na categoria infantil, ganharam os 3 turnos daquele ano, foi Campeão da Taça Sudeste, e no final de 1983 foi convocado para a Seleção Carioca juvenil.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sua estréia no Vasco foi em São Januário contra o Botafogo, e com vitória com um gol de Edmilson, o ponta esquerda do time, um gol de cobertura.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Campeão da Taça Sudeste


Gols importantes, fez o gol da vitória na Taça Sudeste em Minas Gerais contra a Portuguesa de Desportos, o gol do título.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Aqui Guto com a Taça de Campeão

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Disputou duas Copas São Paulo de Juniores, sendo que em uma delas fez um gol de falta no Palmeiras e o goleiro era o Veloso.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Seleção Carioca Juvenil

 

 

No final de 1983 foi convocado para a Seleção Carioca juvenil.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Em 1984 já na categoria juvenil ganhou outro campeonato carioca pelo Vasco, sendo que no terceiro turno fez o último gol do jogo contra o Bangu em um 3 x 1, um gol de primeira na entrada da área, quando seu companheiro Marco Aurélio cruzou a bola e ele não perdoou.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Também fez gol no Flamengo na Gávea, treinava muito cobranças de escanteio, e durante o jogo após 3 tentativas no primeiro pau, na quarta tentativa fez um gol olímpico.

Aqui no jogo contra o Flamengo na Gávea, onde reconhecemos em pé= J.N.I., J.N.I., J.N.I., J.N.I., J.N.I., J.N.I.;

Agachados= J.N.I., J.N.I., Bismarck, Ayupe e Guto.

Neste jogo o Guto fez um gol olímpico.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto= arquivo pessoal de Guto

 

 Abaixo Bismarck, Ayupe e Guto

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ganharam do Flamengo na Gávea de 2 x 0, sendo que o outro gol do Vasco, quem fez foi o Bismarck.


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Aqui Guto com a bola em um jogo contra o Flamengo na Gávea, e o zagueiro do Flamengo nos parece ser o Rogério, e ao fundo do Vasco é o Bismarck.

Foto= arquivo pessoal de Guto.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Jogou com Bismarck, Ayupe, Wilian, França e também o Leonardo,  foi TetraCampeão com a Seleção Brasileira em 1994.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Esse time Juvenil de garotos do Vasco, foi uma ótima safra, onde foram campeões juntos e através de suas fotos na ficha poderão comprovar que turma boa que o Guto fez além de tudo uma grande amizade no futebol.


Na Seleção Carioca além destes companheiros do Vasco, jogou com Melado (lateral do Flamengo), Palmieri, goleiro e muitos outros.

Nas categorias acima dele jogavam no Vasco o Mazinho, o Romário, o Lira, Geovani, etc.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Em 1985 recebeu uma proposta do Flamengo, através do Isaías Tinoco para ir junto com o Leonardo, mas o Vasco não liberou nenhum dos dois na época, sendo que o Leonardo foi jogar em Niterói para depois jogar no Flamengo.

 

Aqui aparecem Guto e Leonardo que já foi técnico do Milan e brilhou em muitos times, entre eles o Flamengo, São Paulo, Paris Saint Germain, Milan e Seleção Brasileira quando foi Tetra-Campeão Mundial em 1994.

E o garoto é o sobrinho do Nilson, técnico na época do Vasco.

Foto= arquivo pessoal de Guto.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ATLÉTICO PARANAENSE

 

E o Guto recebeu uma proposta do Clube Atlético Paranaense em 1986, onde foi muito bem recebido e continuou sua carreira, mas sempre continuando seus estudos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Time Juvenil do Atlético Paranaense em 1986

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Time Juvenil do Atlético Paranaense em 1986

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Abaixo Guto e Mazinho

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Abaixo Guto e Geovani

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Seus ídolos no futebol eram Sócrates e o Mário Sérgio, pois em 1983 quando o Guto morava em São Januário, a Seleção Brasileira estava treinando lá na época e ele pode ver jogar aquela geração remanescente da Copa de 1982.

 Abaixo Serginho Chulapa e Guto

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Trabalhou com os técnicos Elói Kruger no Cascavel, Nilson Gonçalves no Vasco, Valinhos na Seleção Carioca.

 

Aqui Guto em seu último Clube, o Holy Rock do Japão.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Em 1993, já formado e casado recebeu um convite através de um amigo de ir jogar no Japão no Holy Rock, time da segunda divisão, onde jogou 6 meses, pois o salário na época não dava para se manter, e teve que trabalhar em outra área para prosseguir sua vida.

 

Abaixo Guto com medalha no peito,  na época que jogava no Vasco

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Abaixo Guto com suas medalhas, conquistadas em sua carreira no futebol.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Hoje o Guto e reside em Cornélio Procópio, é Agrônomo e exerce sua profissão trabalhando em uma Grande Empresa da Região na Área Agrícola e sempre que pode ainda joga futebol com os amigos, e deixa o recado para seus amigos do passado e de hoje para não perderem o contato, pois a amizade é o que deixa a boa recordação da vida futebolística.

Aqui Guto com a filha e sua esposa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Guto recebeu o amigo Marcelo Dieguez para uma entrevista exclusiva e histórica, onde contou a história de sua carreira no futebol.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto=arquivo www.historiadordofutebol.com.br

 

Guto em entrevista exclusiva e histórica, onde contou a história de sua carreira no futebol.

Primeira parte:

Parte 2:

 

 

 Jogo das Estrelas em Bandeirantes no dia 26/12/2010

 

Abaixo o time de Guto no IV Jogo das Estrelas de Bandeirantes!!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Abaixo a dupla de ataque: Guto e Nilmar!!!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Abaixo a dupla de ataque: Guto e Nilmar!!!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Abaixo a dupla de ataque: Guto e Nilmar!!!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Aqui o goleiro Diego, Marcelo Dieguez e Guto!!!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

Vejam também o vídeo que fizemos do IV Jogo das Estrelas de Bandeirantes, realizado no dia 26/12/2010, onde fomos convocados para ajudar chamando amigos jogadores, e conseguimos levar 5 jogadores: Guto, Alex do Spartak de Moscou, Diego ex-goleiro do Fluminense, Douglas zagueiro que joga na Espanha e Jean que joga no Palmeiras.

Uma verdadeira festa, que nosso amigo Guto participou e fez dupla de ataque com Nilmar!!!

 

 

E vejam toda a matéria do jogo com muitas fotos.

 

Abaixo, Guto, Marcelo Dieguez e Nilmar antes do Jogo das Estrelas em Bandeirantes no dia 26/12/2010.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Publicado por: Murilo Dieguez

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Fonte de Pesquisa:

Acervo de fotos do jogador Guto,

Entrevista exclusiva para o site www.historiadordofutebol.com.br,

acervo www.historiadordofutebol.com.br

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

"Guto, você faz parte da história do futebol e eu seu amigo Marcelo Dieguez não vou deixar sua história ser esquecida".