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GILSON, ex-centroavante do Grêmio-RS, Caxias-RS, Goiás-GO, Novo Hamburgo-RS, Bahia-BA, Brasil de Pelotas-RS, Tigres de Monterrey-México, Paraná Clube-PR, 15 de Campo Bom-RS, Esperance de Tunis-Tunísia, Joinville-SC, Figueirense-SC, São José-RS e ULBRA-RS.

 

 

 

 

 

 

 

 

Gilson Andre da Costa Maciel, o Gilson nasceu no dia 29 de outubro de 1968 na cidade de Porto Alegre no Estado do Rio Grande do Sul.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Começou a carreira de centroavante no Internacional de Porto Alegre.

Depois foi para o Rival Grêmio.

No Grêmio estreiou no ano de 1987 em um clássico GRENAL pelo Campeonato Gaúcho.

Esteve na Seleção Brasileira Sub20 como vemos na foto abaixo em amistosos no Exterior, e Gilson aparece agachado sendo o quarto da esquerda para a direita.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pelo Grêmio conquistou os Títulos: Copa do Brasil de 1989, Gaucho de 1993, e depois novamente Copa do Brasil em 1994.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Depois foi jogar no Caxias-RS.

Depois foi jogar no Goiás.

Depois jogou no Novo Hamburgo-RS.

Depois foi jogar no Bahia.

Depois voltou ao Rio Grande do Sul para jogar no Brasil de Pelotas.

Depois foi jogar no Tigres de Monterrey no México.

Voltou ao Brasil para jogar no Paraná Clube.

Depois voltou ao Rio Grande do Sul para jogar no 15 de Campo Bom.

Depois voltou a jogar no exteriror, desta vez no Esperance de Tunis da Tunisia.

Voltou ao Brasil para jogar no Joinville-SC.

Depois jogou no Figueirense-SC.

Depois foi jogar no São José de Porto Alegre-RS.

E encerrou a carreira jogando no Ulbra-RS.

Depois de encerrar a carreira tornou-se Treinador.

Abaixo com o Joinville quando conquistaram o Título da Recopa Brasil Sul em 2009. Gilson era da Comissão Técnica ao lado de Ramirez.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Abaixo com o Joinville quando conquistaram o Título da Copa de Santa Catarina em 2009. Gilson era da Comissão Técnica ao lado de Ramirez.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Abaixo com o Joinville Gilson era da Comissão Técnica ao lado de Ramirez.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

E em 2012 é Treinador do Ferroviário no Ceará.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Vejam abaixo a Entrevista Exclusiva de Gilson para o site www.historiadordofutebol.com.br em setembro de 2012:

 

 

 

 

GILSON

 

 

 

 

 

 

 

 

 

1-Nome completo=Gilson Andre da Costa Maciel

2-Data e local de nascimento= 29.10.68 em Porto Alegre

3-Posição= Centroavante?Atualmente Tecnico da equipe do Ferroviario Ceará.

4-Onde e quando começou sua carreira= Por incrível que pareça, comecei no Internacional de Porto Alegre

5-E como foi sua estréia=Foi em 1987,num grenal pelo campeonato gaucho.

6-Adversários que gostava de jogar=
 Os melhores jogos eram contra o Inter, pelo Gremio...e contra o Pelotas, pelo Brasil

7-Títulos=
Campeão Gaucho 93(Gremio)Copa do Brasil 89/94(Gremio)Campeão Catarinense 99(Figueirense)Campeão Tunisiano(Esperance de Tunis)

8-Medalhas e troféus
=Goleador da Copa Brasil 1993.

9-Jogos inesquecíveis=
Campeonato mexicano ,em 1994.Jogando pelo Tigres de Monterrey contra o Atlante.

10-Jogo que poderia ser esquecido= 
A final da copa do brasil de 93 Gremio X cruzeiro

11-Ídolos=Meu Pai.

12-Você fez muitos amigos no futebol= poucos, mas verdadeiros

13-Tem contato com estes amigos
= sim...alguns viraram família, como a Familia Lancetta...Familia Rodrigues...

14-Técnicos que trabalharam contigo= Felipão, Lazzaroni, Antonio Lopes,Galego,Helio Vieira,Armando Desessards,Cacau,Jorge Vieira,Abel Ribeiro,Evaristo de Macedo

15-Alguma história engraçada=Não

16-Gols=156

17-Gol mais importante=
Nesse jogo do campeonato mexicano, Tigres 2 x1 Atlante.

18-Gol mais bonito=
Um dos gols, na vitoria Tigres 2 x 1 Atlante.

19-Sequência de times que jogou=Gremio, Caxias,Goias,Novo Hamburgo,Bahia,Brasil de Pelotas,Tigres de Monterrey(Mexico),Parana clube,15 DE Campo Bom,Esperance de Tinis(Tunisia),Joinville,Figueirense,São José(Poa) e Ulbra(RS).

20-Frase=
”Gilson, você faz parte da história do futebol, e eu seu amigo Marcelo Dieguez, O Historiador não vou deixar sua história ser esquecida”.

21-Mensagem=
Viva o presente pois o passado não volta e o futuro talvez não chegue!!!

 

 

Publicado por: Murilo Dieguez

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Fonte de Pesquisa:

acervo www.historiadordofutebol.com.br

Entrevista Exclusiva de Gilson para O www.historiadordofutebol.com.br;

acervo do jogador Gilson

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

"Gilson, você faz parte da história do futebol, e eu seu amigo Marcelo Dieguez, O Historiador não vou deixar sua história ser esquecida".

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GEOVANI, ex-meio-campo do Vasco da Gama-RJ, Desportiva-ES, Bologna-Itália, Karlsruher SC-Alemanha, Tigres-México, ABC-RN, Rio Branco-ES, Serra-ES, Tupy-ES, Vilavelhense-ES e Seleção Brasileira.

 

 

 

 

 

 

Geovani Silva, o Geovani nasceu no dia 6 de abril de 1964 na cidade de Vitória no Estado do Espírito Santo.

 

 

 

 

 

 

 

Iniciou sua carreira aos 16 anos pela Desportiva-ES, jogando de 1978 até 1981.

Em 1982 foi transferido para o Vasco da Gama, onde ficou famoso, jogando ao lado de craques como Romário e Roberto Dinamite.

Abaixo com o amigo Guto em 1983 no Vasco, Geovani era uma categoria acima de Guto que estava no Juvenil.

Ficou no Vasco de 1983 até 1989.

No início dos anos 80, o Brasil conheceu um menino que fez os saudosistas de então vibrarem com a possibilidade de verem nos campos brasileiros uma nova versão de Didi ou Gérson desfilando sua arte e comandando o meio-campo da seleção nos anos vindouros.

Se o nosso futebol tinha meias-armadores de qualidade e mais experientes como Pita, Zenon, Delei e Adílio, nenhum deles apresentava tamanha visão de jogo e precisão nos lançamentos quanto Geovani Faria da Silva, que ainda não havia completado 20 anos.

O início meteórico no Vasco


Em meados de 1982, diante da hegemonia do Flamengo de Zico, então campeão mundial, o Vasco foi a Vitória buscar no Desportiva um meia de 18 anos gordinho, meio “marrento”, mas muito talentoso, que era a grande revelação local e alvo de comparações com Diego Maradona.

Geovani estreou pelos profissionais do clube de São Januário em agosto, entrando no segundo tempo da derrota para o Bangu por 2 a 1, no primeiro turno.

Na final da Taça GB - para variar, entre o Vasco de Roberto Dinamite e o Flamengo de Zico - já era titular e, audacioso, deu um lençol no camisa 10 da Gávea com um Maracanã lotado como sua platéia.

Mas na seqüência da competição estadual, Geovani acabou pagando por sua irregularidade – compreensível pela idade e rapidez com que tudo aconteceu no início da carreira – e perdeu a vaga de titular na fase decisiva do campeonato para Ernani.

Do banco de reservas, assistiu ao time de Antonio Lopes surpreender o arquirrival e, com a vitória por 1 a 0, sagrar-se campeão carioca depois de quatro anos amargando vice-campeonatos.

No Mundial de Juniores, a confirmação de seu talento


No ano seguinte, a redenção veio com a conquista do Mundial de Juniores.

Geovani foi eleito o craque da competição, marcando de pênalti o gol único da vitória na decisão contra a Argentina.

Ele era o cérebro da equipe comandada por Jair Pereira.

Protegido por Dunga na marcação, era de Geovani que saíam os lançamentos precisos para o veloz ataque formado por Mauricinho, Maurinho Rã (que colocou Bebeto no banco) e Paulinho, sempre apoiados por Gilmar “Popoca”.

De volta ao Vasco, viveu um longo período de oscilações.

Geovani padecia tanto pela eterna briga com a balança quanto pela dificuldade na marcação, o que fazia com que treinadores como Edu Coimbra, Antonio Lopes e Joel Santana o colocassem no banco para jogadores medianos, mas disciplinados e em plena forma física, como Mário, Luis Carlos Martins e Gersinho.

Abaixo o Vasco de 1987

Foi Bicampeão carioca pelo Vasco em 1987/88.


1988: o melhor ano da carreira


Em 1987, as coisas começaram a melhorar, com Geovani sendo titular absoluto na conquista do Campeonato Carioca.

No ano seguinte, mais maduro e determinado a disputar as Olimpíadas e, posteriormente, sua primeira Copa do Mundo, Geovani resolveu aprimorar o combate aos adversários e emagreceu.

Seu futebol evoluiu demais e ele foi o craque da temporada no Brasil, levando o Vasco ao bicampeonato estadual e à melhor campanha do Brasileiro, que só terminaria no início de 1989 com o Bahia campeão, mas quatro pontos atrás do time de Geovani, eliminado nas quartas-de-final, mesmo com quatro partidas a mais.

Habilidoso, ótimo lançador, excelente cobrador de pênaltis e faltas, Geovani foi um dos destaques da Seleção Brasileira nas Olimpíadas de Seul, em 1988.

Na ocasião, o time dirigido por Carlos Alberto Silva conquistou a medalha de prata.

O Brasil foi derrotado pela União Soviética, de virada, por 2 a 1.

Seleção Olímpica de 1988

Em pé: André Cruz, Taffarel, Luis Carlos Winck, Batista, Aloísio e Ademir; Agachados: Milton, Edmar, Careca, Geovani e Romário

Com a seleção olímpica que disputou os Jogos de Seul, foi um dos destaques e mostrou novamente ser “carrasco” dos argentinos ao marcar o gol da vitória por 2 a 1 sobre os “hermanos” nas quartas-de-final.

Atuando mais solto, com Ademir e Andrade (ou Milton) à frente da zaga, Geovani era a chama criativa do meio-campo canarinho, alimentando o ataque formado por Edmar (depois Bebeto) e Romário.

Pena que o meia tenha ficado de fora da final por suspensão e a mais empolgante campanha brasileira em Olimpíadas tenha terminado com a prata, na derrota por 2 a 1 para a então União Soviética.

Em seu ano mágico, Geovani fez com Romário uma parceria espetacular.

O camisa 8 lançava e o Baixinho, voando com 22 anos, atropelava os zagueiros na velocidade e marcava gols em profusão. Outra característica marcante do meia era a precisão nas cobranças de pênalti.

Geovani corria lentamente em linha reta na direção da bola com os olhos fixos no goleiro que, ansioso, se deslocava para um lado e permitia que ele apenas tocasse levemente no canto oposto.

Ainda em 1989 foi jogar no Bologna da Itália, onde jogou até 1991.

Depois ainda em 1991 foi jogar no Karlsruher SC da Alemanha.

Ainda em 1991 voltou ao Vasco da Gama, onde jogou até 1993.

Geovani voltou ao Vasco em 1991 e esteve presente nos títulos cariocas de 92 e 93.

O meia só não foi tri estadual no ano do tetra brasileiro nos EUA porque aceitou a proposta do Tigres para jogar no futebol mexicano.

Vasco de 1992, em pé(da esquerda para a direita): Luís Carlos Winck, o goleiro Régis, Luisinho, Jorge Luís, Eduardo e Torres – Agachados: Bebeto, Flávio, Geovani, Edmundo e Bismarck, antes da partida contra o São Paulo FC, válida pelas semifinais do Campeonato Brasileiro de 1992 – Estádio Cícero Pompeu de Toledo(Morumbi) – São Paulo – SP – Brasil – 21/06/1992 – Foto: Acervo/Gazeta Press

Abaixo Giovani e Gian BiCampeão Carioca em 1992/1993, foto do pôster vindo direto da casa de Gian.

Voltando ao Rio foi Bi-Campeão Carioca pelo Vasco em 1993 como Profissional jogando a final, e em 1994 foi Tri-Campeão Carioca.

Em 1996 assisti ao meu primeiro jogo do Flamengo junto com ele e agradeço a ele até hoje por isso.

Em 1994 foi jogar no Tigres do México.

Em 1995 voltou para o Vasco.

Em 1996 foi jogar no ABC FC de Natal no Rio Grande do Norte.

Em 1997 foi jogar no Rio Branco no Espírito Santo.

Em 1998 foi jogar na Desportiva Ferroviária do Espírito Santo.

Em 1999 jogou no Serra do Espírito Santo, onde foi Campeão Capixaba.

No ano 2000 voltou a jogar no Rio Branco-ES.

E no ano de 2001 jogou no Esporte Clube Tupy também no Espírito Santo, onde jogou até o ano de 2002.

Ainda em 2002 foi jogar no Vilavelhense-ES onde encerrou a carreira.

Abaixo Polaco Valoura e Giovani no Vila Velhense-ES

Também foi convocado várias vezes para a Seleção Brasileira de Futebol, desde garoto, jogando do ano de 1985 até o ano de 1991, sendo que conquistou a medalha de Prata em Seul em 1988.

Curiosidades

Em sua passagem pelo Vasco da Gama, Geovani foi conhecido como O Pequeno Príncipe.


Quando em campo ao lado de Romário, eram muito semelhantes em suas estaturas.


Como jogador profissional, perdeu seu primeiro pênalti num jogo contra o Olaria, no Campeonato Carioca de 1989 depois de ter batido na carreira uma série de pênaltis e sua fama de nunca ter perdido um pênalti era amplamente divulgada pela mídia de então.


Na reportagem especial do Esporte Espetacular foi mostrada uma entrevista feita a Geovani nos anos 80, quando ainda era jogador. Nela Geovani revelou que antes de vir para o Rio de Janeiro e ser conquistado pelo Vasco, seu clube do coração era o Flamengo.

Evangélico da Igreja Marnata, em Vitória, Espírito Santo, ele se candidatou a deputado estadual e foi o 16º colocado, com 19572 votos.

Foi eleito em 2006 deputado estadual do estado do Espírito Santo.

Homenagens a Geovani

Reportagem especial

No dia 17 de fevereiro de 2008 o programa Esporte Espetacular, da Rede Globo, transmitiu uma reportagem especial em homenagem a Geovani, entrevistando-o em Vitória, sua cidade natal, mostrando momentos marcantes de sua carreira, como sua chegada ao Vasco da Gama, seus títulos conquistados dentro do clube e suas convocações para a Seleção Brasileira, da qual foi o capitão nas Olimpíadas de 1988. Também mostrou a sua condição atual: Geovani estava debilitado por uma doença rara chamada Polineuropatia, e se locomovia com a ajuda de uma bengala. Porém, Geovani estava se recuperando bem da enfermidade e disse que não seria vencido por ela.

No decorrer da entrevista Geovani apresentou seus filhos Geovani Filho, Andrei e mencionou o caçula Gabriel. Depois foram apresentadas gravações de alguns amigos do jogador com declarações sobre o mesmo. Os amigos eram Romário e Zé do Carmo, seus companheiros de equipe no Vasco, e também Edmundo. Todos revelaram estar torcendo para a recuperação total de Geovani. Edmundo disse que Geovani foi um dos que mais o ajudaram dentro do Vasco, Romário disse ser um amigo com quem Geovani sempre podia contar e Zé do Carmo disse estar orando e torcendo em favor do amigo.

E no fim da entrevista foi mostrado ao vivo que Geovani estava em sua casa assistindo à sua homenagem e ainda teve a visita surpresa de seu grande amigo Roberto Dinamite, que também fez sua homenagem a Geovani.

Visita a São Januário

No dia 8 de março de 2008 Geovani voltou a São Januário, estádio do Vasco da Gama, com a companhia dos seus filhos Geovani Filho e Andrey, que pretendem seguir os passos do pai dentro do clube que o consagrou. Foi homenageado em pleno estádio antes de começar o jogo entre Vasco e Duque de Caxias.

Pontapé inicial

Geovani, ainda apoiando-se com uma bengala, deu o pontapé inicial do jogo entre Flamengo e Vasco no dia 13 de julho de 2008, pelo primeiro turno do Campeonato Brasileiro do mesmo ano.

Publicada em 01/02/2012 - 15h22


Geovani ex-Vasco está recuperado de câncer


Ex-meio-campista do Vasco, Geovani superou o câncer na coluna vertebral e a polineuropatia.

Ex-meio-campista do Vasco, Geovani superou o câncer na coluna vertebral e a polineuropatia. Hoje recuperado, graças a muita fé e fisioterapia, Geovani anda de bicicleta, joga futevôlei e planeja poder finalmente fazer sua partida de despedida.

Numa manhã de 2005 o capixaba Geovani Silva acordou e não conseguiu levantar da cama. Ao procurar um médico, descobriu um câncer em uma das vértebras. O quadro clínico evolui para polineuropatia, um distúrbio neurológico que lhe tirava a força dos músculos, praticamente impossibilitando-o de andar e se alimentar sem ajuda.

Foi o momento mais difícil da vida para esse craque revelado pela Desportiva Ferroviária. Ele, que desfilara sua classe pelos gramados, agora mal podia mexer as pernas.

Foram seis anos de muita luta mas o apoio da esposa Andrea Silva, a ajuda dos médicos e muita religiosidade ajudaram Geovani a se recuperar. Hoje com 47 anos, esse nativo de Vitória comemora sua recuperação e já planeja sua despedida.

- Já falei com o Willian, Sorato e também com o Edmundo. O jogo deve ser aqui em Vila Velha entre veteranos do Vasco e da Desportiva Ferroviária.

Pequeno Príncipe era o apelido que carregava nos gramados devido a sua imensa categoria nos passes, chutes e dribles. Essa qualidade o levou à seleção brasileira onde ganhou o Mundial Sub-20 de 1983 e a prata olímpica em Seul-88. No Vasco, clube brasileiro onde mais brilhou, levantou cinco campeonatos cariocas.

- Se alguém nunca viu milagre, está olhando para um milagre – encerra Geovani.

 

 

 

 

 

 

Publicado por: Murilo Dieguez

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Fonte de Pesquisa:

brasil.elpais.com,

veja.abril.com.br,

www.metropoles.com,

acervo www.historiadordofutebol.com.br

pt.wikipedia.org

vasconoticias.com.br

terceirotempo.bol.uol.com.br

sovascodagama.blogspot.com.br

reliquiasdofutebol.blogspot.com

ovascaino.wordpress.com

 

 

 

Abaixo Polaco Valoura e Giovani no Vila Velhense-ES em seu último Clube profissional em 2002.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Abaixo Geovani quando foi Deputado

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

"Geovani, você faz parte da história do futebol, e eu seu amigo Marcelo Dieguez, O Historiador não vou deixar sua história ser esquecida".

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GUSTAVO, ex-zagueiro do Botafogo de Ribeirão Preto-SP, Atlético-PR, Palmeiras-SP, São Caetano-SP, Corínthians-SP, Sport-PE, Boa Vista-RJ e Al Shamal-QA.

 

 

 

 

Gustavo de Souza Caiche, o Gustavo nasceu no dia 04 de junho de 1976, na cidade de Ribeirão Preto no Estado de São Paulo.

 

 

 

 

 

 

Foto=sambafoot.com

Começou na Escolinha Olímpica de Futebol da Mabel, fábrica de bolacha que tinha em Ribeirão Preto.

Um dia seu primo, que costumava ficar na sua casa quando tinha treino, pois morava longe da escolinha, o levou junto com o seu irmão mais velho.

Participou do treino e no dia seguinte o treinador, seu Noel, pediu para ele voltar.

Então começou a jogar, tinha uns sete anos.

Depois foi para o Palestra, também de Ribeirão Preto e, em seguida, para o Comercial, onde disputou um campeonato e o Botafogo quis que ele fosse pra lá.

Cheguou com 13 anos, jogava de volante e aos 16 já estava no profissional, atuando como zagueiro.

Sua estréia no Botafogo foi contra o XV de Jaú no Campeonato Paulista, ele com 16 anos e o placar foi 1 x 0.

No Botafogo, jogou de 94 a 98 e marcou 27 gols.

O treinador era simplesmente seu maior ídolo na infância: Sócrates, craque da Seleção Brasileira que disputou as Copas do Mundo de 82 e 86.

Aos 17 já era titular e atuou na maioria dos jogos da Série B do Paulista e do Brasileiro.

Jogando como zagueiro do Botafogo foi Campeão Paulista Jr em 1994.

Ficou no Botafogo até o ano de 1997, onde conquistou ainda o Vice da Série A2 em 1995 e o Vice do Brasileiro da Série C em 1996.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Em 1998 surgiu o convite de ir jogar no Atlético Paranaense.

No Furacão conquistou muitos Títulos, e ainda sendo um dos líderes do time.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ainda em 1998 foi Campeão da Copa Paraná.

E ainda neste ano Campeão Estadual do Paraná.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Em 1999 foi Campeão da Seletiva para a Libertadores.

E neste ano recebeu a premiação de Chuteira de Ouro de 1999.

Aqui Gustavo com suas Chuteiras de Ouro

 

 

 

 

 

 

 

 

No ano 2000 voltou a ser Campeão Estadual com o Atlético Paranaense, e recebeu outra chuteira de ouro, além de ter feito o gol do Título no Atletiba.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No ano de 2001 Foi Bi-Campeão Estadual, recebeu a Bola de Prata 2001 e foi Campeão Brasileiro.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Em 2002 foi Tri-Campeão Paranaense com o Atlético, e levou novamente outra Chuteira de Ouro.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Depois foi jogar no Palmeiras-SP em 2003.

Na sequência foi jogar no São Caetano-SP em 2004, onde conquistou o Paulistão, ficou no Azulão até o ano de 2007.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Depois foi jogar no Corínthians-SP ainda em 2007.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foi jogar também ainda em 2007 no Sport Recife, onde foi Campeão Pernambucano em 2008.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ainda em 2008 jogou no Boa Vista- RJ, onde ficou até 2009.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

E encerrou a carreira jogando no Al Shamal do Qatar.

 

 

Vejam abaixo a entrevista de Gustavo para Marcelo Dieguez:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

1-Nome completo= Gustavo de Souza Caiche

2-Data e local de nascimento= 04/06/1976, 
Ribeirao Preto -SP

3-Posição= Zagueiro

4-Onde e quando começou sua carreira=
Botafogo - SP

5-E como foi sua estréia= minha estreia foi contra o xv de jau no campeonato paulista com 16 anos placar se nao me engano 0x0

6-Adversários que gostava de jogar=
 Coritiba, Flamengo, Corinthians

7-Títulos=Pernambucano 2008,Paulista 2004,Brasileiro 2001,Seletiva Libertadores 99,(paranaense 98,2000,2001,2002.) Copa Paraná 98, Paulista Jr.94, Vice Brasileiro Série C, Vice Paulista Série B

8-Medalhas e troféus= Bola de Prata 2001, chuteira de ouro 99,2000,2002

9-Jogos inesquecíveis=
Atletiba de 2000 fiz o gol doTíitulo, Quarta de Final do Brasileiro de 2001 x São Paulo

10-Jogo que poderia ser esquecido=

11-Ídolos= Sócrates

12-Você fez muitos amigos no futebol=
 alguns

13-Tem contato com estes amigos= sim com quase todos

14-Técnicos que trabalharam contigo= Geninho ,Leão, Dorival jr. Abel Braga ,Tite, Muricy Ramalho,Cuca, Mario Sergio., Carpegiane, Nelsinho Baptista, Pericles Chamusca ,Zetti,Jair Picerni, Jorge Vieira............

15-Alguma história engraçada=


16-Gols=
 55 gols marcados, cinquenta e um de cabeça


17-Gol mais importante=
 Atletiba de 2000

18-Gol mais bonito= contra Inter RS na Seletiva Libertadores 99

19-Sequência de times que jogou=
Botafogo -SP , Atletico -PR ,Palmeiras SP , São Caetano SP ,Corinthians SP , Sport PE , Boa Vista RJ , Al Shamal QA.

20-Frase=”Gustavo, você faz parte da história do futebol, e eu seu amigo Marcelo Dieguez, O Historiador não vou deixar sua história ser esquecida”.

21-Mensagem= Disciplina educação e dedicação,desse jeito conquistei e continuo conquistando meus objetivos.

Nada na nossa vida acontece por acaso tudo tem um porque,ficar se lamentando só te faz andar pra tras.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Títulos conquistados:

 

Campeão Pernambucano 2008
Campeão Paulista 2004
Campeão Paranaense 2002 (Chuteira de Ouro)
Campeão Brasileiro 2001 (Bola de Prata)
Campeão Paranaense 2001
Campeão Paranaense 2000 (Chuteira de Ouro)
Campeão Seletiva Libertadores 1999 (Melhor zagueiro)
Campeão Paranaense 1998
Campeão Copa Paraná 1998 (melhor zagueiro)
Vice Brasileiro Série C 1996
Vice Paulista Série A2 1995
Campeão Paulista Jr 1994

 

 

 

Publicado por: Murilo Dieguez

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Fonte de Pesquisa:

acervo www.historiadordofutebol.com.br

Entrevista de Gustavo para o site www.historiadordofutebol.com.br;

www.gazetaesportiva.net;

www.furacao.com.br;

globoesporte.globo.com;

parana-online.com.br;

melhordoparana.blogspot.com;

papoatleticano.blogspot.com;

www.g3futsports.com

gazetams.com.br

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Gustavo Caiche tem um projeto G3Futsports da cidade de Guarujá, Gustavo agora se dedica exclusivamente ao treinamento de crianças e adolescentes, dando a oportunidade da convivência em grupo com orientações e ensinamentos baseados na educação disciplinar e respeito ao próximo através da prática do futebol.

A escola de futebol oferece treinamentos que visam o aprendizado e o aperfeiçoamento na prática deste esporte, bem como suas regras e fundamentos (passe, chute, condução de bola, cabeceio, posicionamento etc). 


OBJETIVOS

Promover a convivência grupal, disciplina, respeito ao próximo através da prática esportiva. O projeto visa preparar e orientar o adolescente na parte física, técnica, tática e psicológica, deixando-o totalmente preparado para a realização de competições. Sendo assim, a presença de profissionais da área pode ser conferida através das palestras ministradas, que trazem relatos e experiências de vida dentro e fora do futebol. Toda criança e adolescente que participa do projeto deve estar devidamente matriculado e frequentando a escola regularmente.

Abaixo Gustavo, com Douglas treinador, e o Douglas Presidente do Ivinhema que firmaram uma parceria com a G3Futsports

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

"Gustavo, você faz parte da história do futebol, e eu seu amigo Marcelo Dieguez, O Historiador não vou deixar sua história ser esquecida".

Avaliação do Usuário

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa

GARRINCHA, ex-ponta-direita do Botafogo-RJ, Atlético Junior-Colômbia, Flamengo-RJ, Vasco-RJ, Corínthians-SP, Alecrim-RN, Fortaleza-CE, Olaria-RJ, Novo Hambrugo-RS, Pau Grande-RJ, Milionários, Seleção Carioca e Seleção Brasileira.

 

 

 

 

 

Manuel Francisco dos Santos, o Mané Garrincha ou simplesmente Garrincha, nasceu no dia 18 de outubro de 1933 na cidade de Pau Grande no Estado do Rio de Janeiro.

 

 

 

 

 

 

Com quatorze anos de idade, começou a jogar no Esporte Clube Pau Grande e seu talento, já manifestado, despertou a atenção de Arati: um ex-jogador do Botafogo.

Não devemos esquecer que um dos grandes nomes do futebol brasileiro e mundial começou sua trajetória em um time de fábrica: Garrincha, que trabalhou na Companhia America Fabril Fábrica Pau Grande.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Agachado, à esquerda, Garrincha integrando o time da fábrica.

Disponível em: http://textileindustry.ning.com/forum/topics/garrincha-o-idolo-do-futebol-na-industria-textil

Teve uma breve passagem pelo Serrano Foot Ball Club, time de Petrópolis, região serrana do Rio.

Após esta passagem pelo Serrano, foi treinar no time do Botafogo de Futebol e Regatas.

Aqui Garrincha e Arati que foi o descobridor do craque e o teria levado para o Botafogo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Não se sabe com certeza quem o levou a fazer um teste no Botafogo, mas nos minutos iniciais do primeiro treino, ele teria dado vários dribles em Nílton Santos, o qual já era um renomado jogador.

Garrincha craque de bola

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Garrincha foi um futebolista brasileiro que se notabilizou por seus dribles desconcertantes apesar do fato de ter suas pernas tortas.

Abaixo Garrincha em 1953 e ao seu lado direito o Dr Carvalho Leite então médico do Botafogo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Abaixo o Botafogo de Garrincha em 1953 em jogo contra o Cantagalo, em sua estréia no time principal, e a escalação é a seguinte:

Em pé: Calico, Orlando Maia, Amaury, Floriano, Geraldo Bulaw e Brito; Agachados: Garrincha, Geraldo, Ariosto, Orlando Vinhas e Braguinha

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto=mundobotafogo.blogspot.com

Garrincha estreou oficialmente pelo Botafogo a 19 de Julho de 1953, tendo o Botafogo ganho por 6x3 ao Bonsucesso. Porém, a 28 de Junho de 1953 Garrincha integrou a equipa profissional do Botafogo que venceu o time do Cantagalo por 5x1 [Garrincha já jogara pelo Botafogo a 21 de Junho de 1953 contra o Avelar, e venceu por 1x0, mas tratava-se apenas de um jogo de aspirantes.]

Botafogo 5x1 Cantagalo

Data: 28.06.1953

Amistoso

Local: Cantagalo (RJ)

Gols: Ariosto (2), Orlando Vinhas, Geraldo e Jarbas (Botafogo); Osmar (Cantagalo)

Botafogo: Amaury, Britto, Orlando Maia e Floriano; Bulau, ex-São Cristóvão FR, e Calico; Garrincha (Jarbas), Geraldo, Ariosto, Orlando Vinhas (Rubinho Gomes) e Braguinha (Jorginho Santos)

Súmula: Pedro Varanda, colaborador do blogue mundobotafogo.blogspot.com

Imagem: Iram Santos, leitor do blogue mundobotafogo.blogspot.com

Aqui Garrincha e Gentil Cardoso

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

É considerado um dos maiores jogadores da história do futebol em todos os tempos.

Aqui Garrincha em 1955

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Abaixo Vídeo da Final do Carioca de 1957, onde o Botafogo venceu o Fluminense por 6 x 2, onde Paulinho Valentim faz 5 gols e Garrincha 1 gol, Vídeo do Canal 100 e publicado por figura2000

Em 22/12/1957, o BOTAFOGO foi campeão carioca massacrando o Fluminense aplicando uma goleada: 6 x 2

 

Abaixo a foto do Botafogo: de pé: Adalberto, Tomé, Servilho, Nílton Santos, Pampolini e Beto.
Agachados: Garrincha, Paulo Valentim, Didi, Édson e Quarentinha.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto=alvinegroglorioso.blogspot.com

FICHA DA PARTIDA
Data: 22/12/1957

Estádio: Maracanã
Público: 89.100
Gols: Paulinho Valentim (4 vezes), Garrincha, Escurinho e Waldo

Botafogo: Adalberto, Beto, Thomé, Servílio, Pampolini e Nílton Santos; Garrincha, Didi, Paulinho Valentim, Édison e Quarentinha. Técnico: João Saldanha.

Fluminense: Castilho, Cacá, Pinheiro, Clóvis, Jair Santana e Altair; Telê, Jair Francisco, Waldo, Róbson e Escurinho. Técnico: Sylvio Pirillo

 

 

Abaixo outro ângulo da foto do Botafogo: de pé: Adalberto, Tomé, Servilho, Nílton Santos, Pampolini e Beto.
Agachados: Garrincha, Paulo Valentim, Didi, Édson e Quarentinha.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto=neimedina.blogspot.com

 

 

No dia 22 de dezembro de 1957, Botafogo e Fluminense decidiam o campeonato carioca daquele ano.

Depois de 9 anos o Botafogo voltaria a vencer o campeonato carioca.


A seguir, reproduziremos texto retirado da Revista Placar de abril de 1979 – As maiores torcidas do Brasil.

“ A semana que antecede a partida Botafogo x Fluminense, decisiva do campeonato carioca de 1957, transcorre num clima de provocações.

Certo da conquista do título, o diretor de futebol do Fluminense, Aílton Machado, decide menosprezar os dirigentes do Flamengo, Vasco e América – clubes que já não têm mais possibilidades de conquistar o campeonato – e sugere que todos, em seus últimos jogos, promovam o sorteio de máquinas de lavar roupa, geladeiras, televisões para motivar os torcedores.

Machado, mantendo sua linha de inabilidade, estende seu menosprezo ao Botafogo e dá aos jornais, às vésperas da decisão, uma entrevista de otimismo bombástico. De suas declarações, uma irrita profundamente os homens que dirigem o Botafogo:
“Domingo vamos ao Maracanã apenas para cumprir um compromisso para com nosso quadro social. O campeonato de 1957 já é do Fluminense. O Botafogo que espere outra oportunidade”.


Concentrados no Hotel Ipanema, no Jardim de Alá, os jogadores do Botafogo prometem ao técnico João Saldanha ganhar a partida de qualquer maneira, “no grito, se for preciso”. Saldanha, porém, está tranqüilo.


Na manhã do jogo os jornais cariocas anunciam a decisão e os homens que dela tomam parte: Botafogo: Adalberto, Beto, Tomé, Servilho e Nilton Santos; Pampolini, Didi e Édson: Garrincha, Paulo Valentim e Quarentinha.


Fluminense: Castilho, Cacá, Pinheiro, Clóvis e Altair; Jair Santana, Robson e Jair Francisco; Telê, Valdo e Escurinho. O juiz é Alberto da Gama Malcher com Antônio Viug e Frederico Lopes nas bandeirinhas.


Às 16 horas, o Maracanã não está lotado – 89.000 torcedores pagam ingressos – e o Presidente da Federação Carioca de Futebol, Antônio do Passo, acha que o televisamento direto da partida prejudica a renda.


O jogo começa, nervoso, e aos três minutos Cacá faz falta em Paulo Valentim na lateral direita, pouco além da intermediária.

Nilton Santos se aproxima para bater mas Didi lhe faz um sinal e o zagueiro se afasta.

Didi, então, chuta de curva sobre a área procurando Quarentinha, na meia-lua, de costas para o gol.

Quarentinha tenta a meia-bicicleta, erra e a bola espirra para Paulo Valentim , na marca do pênalti.

Valentim hesita um instante e acaba chutando prensado contra a grama.

Parado no meio do gol, Castilho vê a bola entrar a sua esquerda. O Botafogo já vence de 1 a 0.


O Fluminense apesar da excelente campanha que lhe dá a vantagem do empate na partida, parece inteiramente enredado na armadilha do Botafogo.

Quarentinha marca Telê por pressão, Édson bloqueia, pampolini cobre e Didi, muito seguro, distribui as jogadas para Garrincha, aberto na direita, ou Paulo Valentim, que atrai Pinheiro para fora da área.


São 35 minutos e Garrincha está novamente diante de Altair. Desta vez, Altair lhe toma a bola e parte para o ataque.

Garrincha, porém, não se dá por vencido.

Persegue seu marcador, recupera a jogada e corre até a linha de fundo, de onde centra à meia altura para a área.

A bola passa primeiro por Édson, depois por Castilho até encontrar Paulo Valentim que penetra pela meia esquerda e a toca, de leve com a coxa, para dentro do gol. Botafogo 2 a 0.
Abaixo, segundo gol do Botafogo - Paulo Valentim novamente.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O jogo parece decidido, o time do Fluminense está tonto mas o Botafogo continua lutando, com fibra e raça.

Aos 42 minutos, Nilton Santos avança pela lateral esquerda, como ponteiro, e centra alto para área, na direção de Paulo Valentim.

Este, de costas para o gol, acerta uma bicicleta estranha, meio alta, mas coloca a bola no ângulo direito de Castilho.

O placar do Maracanã marca BFR 3 x 0 FFC.
Paulo Valentim, de bicicleta, aumenta para 3 a 0

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Quando começa o segundo tempo, a tarefa do Fluminense parece impossível, mas Escurinho, em jogada individual, deslocado pelo meio, aproveita um rebote de Adalberto e, de cabeça, diminui para 3 a 1 aos seis minutos.


O Botafogo não acusa o golpe e aos nove minutos, Paulo Valentim está novamente diante de Pinheiro, dentro da área. Um drible para a esquerda, outro para a direita e o zagueiro centrral do Fluminense, sentado, vê o jogador do Botafogo chutar com violência para marcar 4 a 1.

Para o técnico Pirilo o resultado parece um pesadelo. Para Aílton Machado, um castigo. Mas os dois não têm muito tempo para pensar.

Agora, aos 12 minutos, é Garrincha quem foge, sem marcação, livra-se de Clóvis, engana Pinheiro e, de dentro da área, chuta cruzado do lado direito de Castilho. O placar é quase inacreditável: Botafogo 5 a 1. A partida já está ganha e o túnel do Botafogo se agita.


Saldanha é abraçado, agarrado, quase sufocado. No campo , apesar da alegria do túnel e da torcida, os jogadores continuam lutando.

Ainda são 23 minutos do segundo tempo e Garrincha corre outra vez pela ponta, passa por Altair, engana Clóvis e toca para Paulo Valentim, só, diante de Castilho. Valentim está tão livre ( os fotógrafos, atrás do gol, revelam mais tarde o detalhe incrível – Valentim chega a perguntar a Castilho em que canto ele prefere mais aquele gol. Botafogo 6 a 1.


A partir deste instante, para os jogadores do Botafogo não há mais futebol. Muitos choram, já não conseguem correr e disputar as jogadas..

Na linha lateral dezenas de torcedores e dirigentes abraçam Garrincha sempre que ele passa diante do túnel.

Talvez por isso, quase ninguém percebe quando Valdo, aos 39 minutos, marca o segundo gol do Fluminense, de cabeça, numa bola centrada sobre a área e que a defesa do Botafogo nem percebe.


No fim, o gol de Valdo acaba valendo para que a torcida do Botafogo, ao deixar o Maracanã, faça a rima quebrada na gozação da vitória:
“É seis a dois no pó de arroz!”

Esta era cena comum de Garrincha

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Abaixo o Botafogo de 1961, onde vemos

Em pé: Rildo, Manga, Zé Maria, Nílton Santos, Ayrton, Chicăo, Paulistinha, Didi e Pampolini; agachados: Garrincha, China, Amarildo, Édison, Zagallo e Amoroso 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto=mundobotafogo.blogspot.com

 

 

O Botafogo sagrou-se campeão de futebol estadual em 17 de Dezembro de 1961 com duas rodadas de antecipação, mas o jogo final da consagração foi contra o Flamengo e o Fogão ganhou claramente por 3x0.

No auge de sua carreira, passou a assinar Manuel dos Santos, em homenagem a um tio homônimo, que muito o ajudou.

Aqui Garrincha e Didi treinando chutes pelo Botafogo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Abaixo o Botafogo Campeão Carioca de 1962

Agachados: Garrincha, Edson, Quarentinha, Amarildo e Zagallo.

Em pé: Paulistinha, Manga, Nadir,Nilton Santos, Airton e Rildo;

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto=futebolemfotos.blogspot.com

 

Com 4 jogadores campeões do mundo pela seleção brasileira na Copa de 62, o Botafogo foi Campeão Carioca em cima do Flamengo, após vitória por 3 a 0. Garrinha foi o destaque da partida, com 2 gols

BOTAFOGO 3 x 0 FLAMENGO


Data: 15 / 12 / 1962
Local: Maracanã (Rio de Janeiro)
Público: 158.994 (147.043 pagantes)
Árbitro: Armando Marques
Gols: 1° tempo: Botafogo 2 a 0, Garrincha e Vanderlei (contra); Final: Botafogo 3 a 0, Garrincha
Botafogo: Manga, Paulistinha, Jadir, Nílton Santos e Rildo; Ayrton e Édison; Garrincha, Quarentinha, Amarildo e Zagallo. Técnico: Marinho Rodrigues.

Flamengo: Fernando, Joubert, Vanderlei, Décio Crespo e Jordan; Carlinhos e Nelsinho; Espanhol, Henrique, Dida e Gérson. Técnico: Flávio Costa.

Obs: Dida e Paulistinha foram expulsos.
Fonte: Jornal dos Sports de 16-12 e 28-12-1962

Aqui gol de Garrincha no Flamengo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto=mundobotafogo.blogspot.com

Aqui Garrincha desfilando sendo erguido como Ídolo que é do Botafogo com a faixa de Campeão

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Garrincha também é amplamente considerado como o maior driblador da história do futebol.

Abaixo o Botafogo Campeão do Torneio de Paris de 1963

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto=papagaionet.blogspot.com

 

Torneio de Paris (Intercontinental) – 1963

O Anderlecht da Bélgica teve a dura missão de encarrar um Botafogo com Garrincha, Nilton Santos etc.

Partidas realizadas pelo Botafogo neste torneio.
Datas e os autores dos gols do Glorioso. 

11 / 06 – 1 x 0 Anderlecht-BÉL
Gol: Amarildo.

13 / 06 – 3 x 2 Racing de Paris-FRA
Gols: Quarentinha, Jair Bala e Amarildo.

COLOCAÇÃO PG
1° Botafogo (campeão) 4
2° Racing de Paris (vice) 2
3° Anderlecht 2
4° Ujpest Dozsa 0

*Uma vitoria, tinha o valor de 2 pts.

Botafogo: Manga, Paulistinha, Zé Maria, Nílton Santos e Rildo; Ayrton e
Zagallo; Garrincha, Jair Bala, Amarildo e Quarentinha. Técnico: Danilo
Alvim.

Aqui outra de Garrincha e Didi, mas agora a Taça de 1962 já estava em ótimo colo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Garrincha, "O Anjo de Pernas Tortas" , foi um dos heróis da conquista da Copa do Mundo de 1958 e, principalmente, da Copa do Mundo de 1962 quando, após a contusão de Pelé, se tornou o principal jogador do time brasileiro.

A força do seu carisma ficou marcada rapidamente nas palavras do poeta de Itabira, Carlos Drummond de Andrade, numa crônica publicada no Jornal do Brasil, no dia 21 de janeiro de 1983, um dia após a morte do genial Garrincha:

"Se há um Deus que regula o futebol, esse Deus é sobretudo irônico e farsante, e Garrincha foi um de seus delegados incumbidos de zombar de tudo e de todos, nos estádios. Mas, como é também um Deus cruel, tirou do estonteante Garrincha a faculdade de perceber sua condição de agente divino. Foi um pobre e pequeno mortal que ajudou um país inteiro a sublimar suas tristezas. O pior é que as tristezas voltam, e não há outro Garrincha disponível. Precisa-se de um novo, que nos alimente o sonho."

— Carlos Drummond de Andrade

Garrincha era alegria das Crianças também

De origem humilde, com quinze irmãos na família, Manuel dos Santos era natural de Pau Grande, um distrito de Magé, no estado do Rio de Janeiro. Sua irmã o teria apelidado de Garrincha, fazendo uma associação com o pássaro de mesmo nome, muito comum na região.


As pernas tortas

Uma das características marcantes que envolvem a figura de Garrincha relaciona-se a uma distrofia física: as pernas tortas.

Numa perspectiva frontal, por exemplo, sua perna esquerda, seis centímetros mais curta que a direita, era flexionada para o lado direito, e a perna direita, apresentava o mesmo desenho.

Afirma Ruy Castro em seu livro que já teria nascido assim, mas há vários depoimentos no sentido que tal característica tenha sido sequela de uma poliomielite.

Garrincha casou-se com Nair, namorada da infância, com quem teve nove filhas.

Suas filhas Tereza e Nadir já estão falecidas.

Separou-se de Nair e foi casado com Elza Soares por 15 anos, de 1968 a 1983.

Os dois tiveram um filho, Manuel Garrincha dos Santos Júnior (9 de julho de 1977 — 11 de janeiro de 1986), morto aos 9 anos de idade num acidente automobilístico.

Neném, o filho dele com Iraci, anterior ao casamento com Elza, também morreu num acidente em Portugal em 20 de janeiro de 1992, aos 28 anos.

Garrincha também é pai de um filho sueco: Ulf Lindberg, fruto de um relacionamento com uma sueca da cidade de Umeå, durante uma excursão do Botafogo à Europa em 1959.

Tem uma história dele que é maravilhosa também... Na copa de 1962, antes do jogo cotra a Inglaterra, o Nilton Santos disse para o Garrincha: "Mané, tem um tal de Fowler no time deles que anda dizendo que você não joga nada e não consegue dribá-lo". O Garrincha perguntou: "Mas quem é esse Fowler?".

O Nilton respondeu: "Não sei qual deles é esse cara, acho que você vai ter que driblar alguns deles pra mostrar que você é bom". Na primeira bola que recebeu, o Garrincha driblou o time inteiro da Inglaterra, literalmente os 11 jogadores. O Brasil ganhou de 3x1, e dizem que aquela foi uma das maiores atuações de um jogador em toda a história do futebol.

Aqui gol de Garrincha no Aranha Negra da URSS

Foto=veja.abril.com.br

Na maior parte de sua carreira Garrincha defendeu o Botafogo (no período de 1953-1965) e a Seleção Brasileira de 1957-1966

Aqui Garrincha com 8 marcadores

Na tarde de 30 de Março de 1958 o Botafogo jogou em amistoso contra o Carlos Renaux, clube de Santa Catarina. O Clube Atlético Carlos Renaux é uma agremiação da cidade de Brusque, em Santa Catarina, cujo nome se deve ao empresário Carlos Renaux, patrono do clube e da cidade, o qual possuía uma fábrica de lanifícios.

O C. A. Carlos Renaux foi fundado em 14 de Setembro de 1913, disputou 33 campeonatos estaduais de Santa Catarina e foi campeão do Estado em 1950 e 1953. Hoje designa-se Sport Club Brusquense.

O empresário Carlos Renaux decidiu patrocinar uma excursão do Botafogo a Santa Catarina, durante a qual o Glorioso jogou com o Carlos Renaux a 30 de Março de 1958 (empate de 5x5) e com a Seleção de Santa Catarina a 1 de Abril de 1958 (vitória de 5x1).

A excursão teve imensa “repercussão em todo território catarinense e a nível nacional. Caravanas de diversos municípios se dirigiram para Brusque, onde mesmo com a construção de mais uma arquibancada provisória, não foi suficiente para a multidão de espectadores” (arquivodeclubes.com).

Todos queriam assistir às jogadas dos famosos comandados de João Saldanha: Didi, Nilton Santos, Garrincha, Quarentinha… Na verdade, o Estádio Augusto Bauer, em Brusque, ficou superlotado na tarde de 30 de Março e a partida tornou-se um vendaval de muitas emoções, sendo “considerada a partida mais emocionante que o Estado já teve. O Carlos Renaux chegou a estar vencendo por 5x1, mas a partida terminou empatada em 5x5” (idem).


Na foto aparecem nomes como o árbitro Antonio Viug, Garrincha, Gordinho, Paulo Valentim, Ivo, Mauri, Baião, Nilton Santos, Adalberto, Tomé, Esnel, Didi, Julinho, Beto, Mosimann e Cetale, Domício, Petruscky, Pampolini, Teixeirinha, Servílio, Agenor, Edson, Júlio Camargo, Quarentinha, Tesoura, Neivaldo, Rossi e Ademar. Só craques.


O andamento do placar foi inacreditável. O Carlos Renaux inaugurou o marcador através de Agenor aos 18’ e Julinho ampliou aos 21’. Quarentinha reduziu aos 25’, mas o clube local estava desenfreado e tornou a marcar por Teixeirinha aos 28' e em gol contra de Servílio logo a seguir. O primeiro tempo terminou com a vantagem do Carlos Renaux por 4x1.

Inacreditavelmente Petruscky fez 5x1 aos 13' e João Saldanha terá, então, chamado os jogadores dizendo-lhes:

“– Vamos ser goleados por um time de fábrica?”

Foi quando o Botafogo acordou. Edson aos 20' reduziu para 2x5 e a seguir para 3x5, enquanto Nivaldo e Didi acabaram por ditar o resultado final num sensacional 5x5.

A ficha completa do jogo é a seguinte:

Botafogo 5x5 Carlos Renaux
Gols: Agenor 18' 1ºT (0x1), Julinho 21' 1ºT (0x2), Quarentinha 25' 1ºT (1x2), Teixeirinha 28' 1ºT (1x3) e Servílio, contra (1x4); Petruscky 13' 2ºT (1x5), Édison 20' 2ºT (2x5), Garrincha 2ºT (3x5), Neyvaldo 2ºT (4x5) e Didi 2ºT (5x5)
Amistoso Interestadual
Local: Estádio Augusto Bauer; 30/03/1958
Juiz: Antônio Viug
Botafogo: Adalberto [1], Beto [4] (Ronald), Domício [2] e Nílton Santos [6] (Ademar); Servílio [3] e Pampolini [5]; Garrincha [7], Didi [8], Paulinho Valentim [9] (Rossi), Édison [10] e Quarentinha [11] (Neyvaldo). Técnico: João Saldanha
Carlos Renaux: Mosimann, Ivo Mayer, Baião, Tesoura, Gordinho, Esnel, Petruscky, Júlio Camargo (Vicente), Julinho, Teixeirinha e Agenor


Fontes
Boletim Interno do BFR (O Glorioso)
http://pt.wikipedia.org/wiki/Clube_Atl%C3%A9tico_Carlos_Renaux
http://www.arquivodeclubes.com/sc/carlosrenaux.htm
Roberto Alves, Edição online do Diário Catarinense, 01.10.2008

Aqui Garrincha e Nilton Santos

Jogou alguns meses no Sport Club Corinthians Paulista (1966) e no Clube de Regatas do Flamengo (1968/69), porém já estava longe de seu auge.

Jogou por pouco tempo no Olaria (1972).

Teve uma partida disputada pelo Vasco, em um amistoso contra a seleção da cidade de Cordeiro (RJ), marcando um gol nesta partida.

Sua contratação não foi fechada pela equipe cruzmaltina devido a sua má condição física e foi devolvido ao Sport Club Corinthians Paulista após o supracitado amistoso.

Jogou sessenta partidas pelo Brasil entre 1955 e 1966.

Em todos os seus jogos, participou de apenas uma derrota (de 3 a 1 para a Hungria na Copa de 66).

Com Garrincha e Pelé jogando ao mesmo tempo, o Brasil nunca perdeu.

Garrincha e Pelé na Placar

Garrincha e Pelé na Revista Fatos e Fotos

Mesmo na Seleção Brasileira, Garrincha nunca abandonou sua forma irreverente de jogar.

Voltava a driblar o jogador oponente, no mesmo lance, ainda que desnecessariamente, só pela brincadeira em si.

Nos clubes, jogou 614 vezes, marcando 245 gols pelo Botafogo.

O último gol de garrincha pelo Botafogo mostrado pelo histórico "Canal 100". - jogo do dia 22 de agôsto de 1965.

Canal 100 publicado por petronalves

Garrincha sai do Botafogo para jogar no Corínthians, onde jogou de 1966 até 1967.

Aqui Garrincha no Corínthians foi Capa da Revisa A Gazeta Ilustrada

Abaixo Garrincha no Vasco, onde jogou uma partida em 1967

Em 1968 foi jogar 1 partida pelo Atlético Junior da Colômbia

Aqui Garrincha no Atlético Junior em 1968

Abaixo Garrincha batendo bola com a camisa do Atlético Junior de Barranquilla na Colômbia, vejam que o Estádio estava lotado, esta foto está presente no Museu da Cidade de Barranquilla

Ainda em 1968 o Flamengo traz Garrincha para realizar seu desejo de criança e vestir a camisa do seu time do Coração, e ele joga 15 partidas marcando 2 gols.

Aqui Garrincha no Flamengo

Abaixo o primeiro treino de Garrincha pelo Flamengo em 1968, e fazendo seu famoso drible no juvenil Tinteiro.

Foto= Jornal do Brasil

Abaixo o Vídeo de Garrincha no Flamengo vindo do Canal 100, flamuseu.blogspot.com publicado por espindola1974

Abaixo outro Vídeo de Garrincha no Flamengo publicado por alrossi

Abaixo o primeiro jogo de Garrincha pelo Flamengo no Clássico dos Milhões contra o Vasco no dia 30/11/1968

1 C.R. Flamengo 0 x 2 Vasco da Gama (RJ) - 30/11/1968 - Garrincha -
2 C.R. Flamengo 2 x 2 Atlético (MG) - 10/12/1968 - Garrincha -
3 C.R. Flamengo 2 x 2 América (RJ) - 19/01/1969 - Garrincha - 1
4 C.R. Flamengo 3 x 1 Robin Hood (Suriname) - 26/01/1969 - Garrincha -
5 C.R. Flamengo 2 x 3 Transvaal (Suriname) - 28/01/1969 - Garrincha -
6 C.R. Flamengo 4 x 0 Robin Hood (Suriname) - 30/01/1969 - Garrincha -
7 C.R. Flamengo 2 x 0 Fast Club (AM) - 02/02/1969 - Garrincha - 1
8 C.R. Flamengo 0 x 0 Nacional (AM) - 04/02/1969 - Garrincha -
9 C.R. Flamengo 3 x 0 Paysandu (PA) - 06/02/1969 - Garrincha - 1
10 C.R. Flamengo 2 x 1 ABC (RN) - 09/02/1969 - Garrincha - 1
11 C.R. Flamengo 3 x 0 América (RN) - 11/02/1969 - Garrincha -
12 C.R. Flamengo 2 x 0 Fluminense (Feira de Santana - BA) - 13/02/1969 - Garrincha -
13 C.R. Flamengo 0 x 1 Anápolis (GO) - 28/02/1969 - Garrincha -
14 C.R. Flamengo 3 x 1 Seleção de Amadores do Distrito Federal - 02/03/1969 - Garrincha -
15 C.R. Flamengo 2 x 0 Seleção de Teresópolis (RJ) - 06/03/1969 - Garrincha -
16 C.R. Flamengo 0 x 0 América (RJ) - 09/03/1969 - Garrincha -
17 C.R. Flamengo 2 x 3 Racing (Argentina) - 12/03/1969 - Garrincha -
18 C.R. Flamengo 2 x 0 São Cristóvão (RJ) - 22/03/1969 - Garrincha -
19 C.R. Flamengo 2 x 0 Bangu (RJ) - 06/04/1969 - Garrincha -
20 C.R. Flamengo 1 x 0 Campo Grande (RJ) - 12/04/1969 - Garrincha -

Aqui Garrincha recebe um quadro em Homenagem do Estado do Rio de Janeiro.

Este era o dia 19/01/1969 onde Garrincha marcaria seu primeiro gol com a camisa do Flamengo no empate de 2 x 2, diante do América-RJ, foi um gol de falta que resbalou na zaga e culminou com o empate do Rubro-Negro.

Foto= Jornal do Brasil

Este era o dia 19/01/1969 onde Garrincha marcaria seu primeiro gol com a camisa do Flamengo no empate de 2 x 2, diante do América-RJ, foi um gol de falta que resbalou na zaga e culminou com o empate do Rubro-Negro.

Abaixo Foto de Garrincha pelo Flamengo com Otávio do ABC de Natal-RN, em jogo do dia 09/02/1969, em que o Mengão venceu por 2x1 e Mané Garrincha marcou o seu último gol pelo Flamengo.

Foto=nominuto.com

Aqui em 1969 Garrincha e Nunes que seria o Artilheiro das Decisões do Flamengo, Nunes jogou a preliminar pelo Fluminense de Feira de Santana.

Abaixo Garrincha quando jogou pelo Flamengo contra a Seleção de Amadores do Distrito Federal em Brasília no extinto estádio Pelezão.

Resultado do jogo Flamengo 3 x 1 Seleção de Amadores do Distrito Federal, no dia 02/03/1969, gols do Flamengo: 2 de Dionísio, e 1 de Liminha,e para a Seleção do Distrito Federal diminuiu o Garrinchinha.

Escalação do Flamengo: Dominguez, Marcos, Onça, Manicera, Paulo Henrique, Rodrigues Neto, Liminha, Garrincha (Cardosinho), Dionísio (Zezinho), João Daniel, Arílson (Reyes).

Expulos: Liminha, Rodrigues Neto e Zezinho.

Na foto acima, o atacante Garrincha posa ao lado de Xixico da
Seleção de Brasília em amistoso realizado no estádio Pelezão em 1969.
Foto: Memorial Gamense

http://alviverdecandango.blogspot.com/2010/11/tunel-do-tempo.html

Sua carreira profissional se prolongou de 1953 a 1972.

Aqui Garrincha no Red Star da França em 1971, onde ele jogou 1 partida

Em 1972 Garrincha foi jogar no Olaria

Garrincha vestia a camisa do Olaria.

A estréia diante do Flamengo aconteceu no dia 23 de fevereiro de 1972.

Gessé abriu a contagem para os olarienses.

Quem recebeu os abraços dos companheiros (como Zagalo) não foi o autor do gol e sim Garrincha.

O técnico e jogador Roberto Pinto aproveitou aquele bom momento da partida para substituí-lo.

No segundo tempo, Doval empatou para o Flamengo e o jogo terminou 1 a 1.

Seu período no Olaria, último de sua vida profissional, terminou no dia 23 de agosto, diante do Botafogo, no Maracanã.

Abaixo Garrincha no Olaria em jogo contra o Icasa do Ceará no Estádio Romeirão

Pelo Olaria, teria continuado, mas Mané Garrincha resolveu parar.

Sentiu que não dava mais.

Aqui Garrincha em ação pelo Olaria contra o Flamengo

Imagens raras exibidas pelo Histórias Cariocas, em que o grande ídolo do Botafogo e da Seleção Brasileira, o espetacular Mané Garrincha, já em fim de carreira, chega para treinar em seu novo clube, o Olaria-RJ. Mané jogaria apenas 10 partidas pelo clube suburbano carioca, no qual encerrou sua gloriosa carreira no futebol.

Imagens da TV Globo de 1972, e publicado por BAUDATV.

O último gol de Garrincha aconteceu no empate do Olaria Atlético Clube em 2 a 2 com o Comercial, dia 23 de março de 1972, no Estádio Palma Travassos em Ribeirão Preto.

Foi, inclusive, o único gol de Mané pelo Olaria Atlético Clube.

Garrincha em Parintins no Amazonas em 1973

No dia 02 de junho de 1973 através dos Departamentos de Esporte e Comercial da emissora na época comandado por Raul Góes Filho, o parintinense teve a oportunidade de ver de perto o belo drible do craque Mane Garrincha, que veio a cidade depois de uma apresentação no município de Itacoatiara.

Foto=www.alvoradaparintins.com.br

Garrincha aparece agachado sendo o terceiro da esquerda para a direita.

Garrincha atuou no jogo entre Sul América e Amazonas fazendo participação nos dois times.

O jogo foi vencido pelo Amazonas 1 x 0,o craque Garrincha cobrou falta da risca da grande área com perfeição,com um leve toque encobriu a barreira,deixando Rui Bereco sozinho para marcar no canto esquerdo do goleiro Mario Polengô,se esticou todo mais não conseguiu evitar o gol que deu a vitória ao Amazonas. “Foi uma emoção muito grande poder ver de perto o companheiro do rei Pelé de perto, me emociono toda vez que lembro desta história”, diz Riu Bereco.

“Agradece a oportunidade de contar esta história que foi quase esquecida, agradeço a rádio alvorada por nunca deixa de incentivar o esporte, lembro-me de quando comecei a jogar pela JAC e a rádio alvorada já na época sempre incentivava o desporto” ressalta Rui Bereco.

A equipe do Sul América atuou com: Mario Polengô,Nilo Gama,Paulo Afonso,Geraldo Alípio,Ney,Sergio Modesto,Duquinha,Jorge Canal,Flavio,Zezinho,e o craque Mane Garrincha,que depois foi substituído por Cata, a equipe foi comandado pelo treinador Bonfim.

O Amazonas jogava motivado por ser o atual campeão de 1972 jogou com o futebol de: Sócrates, Bel, Lauro, Dias, Dodó, Celso, Sangel, Barna, Garrincha, Rui Bereco e Bigurilho, o time foi comandado por Raimundo Parrudo, auxiliado por Machadinho e Airton, presidente Ernando.

Abaixo Garrincha no CSA de Alagoas em 1973, e vemos também ao seu lado Dida ex-Flamengo

Aqui Garrincha no Acre em 1973 foi um combinado de jogadores que fizeram 3 apresentações por lá, ele jogou as 3 partidas

Sport Clube Biqueinse de Bicas em Minas Gerais em 1962.

Foto enviada pelo Historiador Nei Medina, cedidas pelo amigo Dr. Hélio Roberto Barroso Silva, quando Garrincha esteve na cidade de Bicas na zona da mata mineira em 1962.

Foto enviada pelo Historiador Nei Medina, cedidas pelo amigo Dr. Hélio Roberto Barroso Silva, quando Garrincha esteve na cidade de Bicas na zona da mata mineira em 1962.

Aos 40 anos Mané Garrincha se despede do Futebol no Chamado Jogo da Gratidão, publicado por figura2000

Garrincha faleceu aos 49 anos em 20 de janeiro de 1983, vítima de cirrose hepática.

Em seu epitáfio lê-se "Aqui jaz em paz aquele que foi a Alegria do Povo – Mané Garrincha." mas recente tem-se notícias que seu túmulo encontra-se abandonado sem ao menos uma homenagem justa de um ser que trouxe tantas alegrias, este dizeres que esta em seu epitáfio foi gravado na pedra e nem uma foto há, perde-se a história de um grande ídolo por falta de atenção de algumas autoridades que podem fazer algo.

Tudo indica que talvez uma das causas de sua morte precoce foi o excesso de bebida alcoólica, principalmente cachaça, por ele ingerida ao longo de sua vida. O fato do seu gosto pela branquinha era tão conhecido que algumas marcas traziam seu nome.

Aqui Garrincha nos Milionários em 1979

Aqui Garrincha no Novo Hamburgo-RS recebendo a camisa do Nóia.

Abaixo Garrincha no Alecrim em 1968

Vejam abaixo Jogos de Garrincha no Paraná:

Garrincha esteve com o Botafogo para um amistoso em Londrina em 1961 e deram um show de bola, vejam a matéria no Jornal Ultima Hora de 01/09/1961, matéria enviada pelo amigo e Historiador Luiz Fernando Evaristo

Aqui Garrincha com a camisa do Coxa

E abaixo seu filho Sueco quando foi visitar o Bar do Torto em Curitiba e viu esta foto com a camisa do Coxa

Aqui Garrincha e o atacante Silvano no Guarapuava

Aqui Biaça com o Garrincha quando o anjo de pernas tortas foi jogar em Cornélio Procópio pelo Brasil no SHOW-BOL

Aqui outra de Garrincha em Cornélio Procópio, com Jairzinho e Dirceu Funari que foi Campeão Estadual Paranaense pelo Esporte Clube Comercial de Cornélio Procópio em 1961.

Aqui Italiano com o Garrincha quando o anjo de pernas tortas foi jogar em Cornélio Procópio pelo Brasil no SHOW-BOL

Abaixo a Seleção Brasileira no SHOW-BOL em Cornélio Procópio.

Abaixo Garrincha jogou em Pato Branco pelos Milionários em 1979, vejam ele autografando a bola para o Pernambuco que jogou pelo Internacional de Pato Branco.

Abaixo mesma foto só que em Preto e Branco.

Números de Garrincha:

Pelo Botafogo (Rio de Janeiro)

Partidas: 614
Gols marcados: 245
Partida de estreia: Botafogo 6 – 3 Bonsucesso (19 de julho de 1953)


Primeiro gol: na partida Botafogo 6 – 3 Bonsucesso (19 de julho de 1953).
Última partida: Botafogo 2 – 1 Portuguesa do Rio (16 de setembro de 1965)
Último gol: Botafogo 1 – 0 Flamengo (22 de agosto de 1965)

Curiosidade: Mané Garrincha atuou pelo Botafogo de 21/06/1953 até 16/09/1965. com ele em campo o Botafogo nesse período disputou 150 jogos contra os times do eixo RJ X SP, tendo supremacia sobre 5 deles (São Paulo, Palmeiras, Corintihans, Flamengo, Fluminense) e desvantagem apenas contra Santos e Vasco da Gama.

Vejam os números dos confrontos:

Botafogo x S. Paulo - 10 jogos - 7 vitórias 2 empates e 1 derrota,
Botafogo x Palmeiras - 15 jogos - 7 vitórias 3 empates e 5 derrotas,
Botafogo x Corintihans- 11 jogos - 5 vitórias 3 empates e 3 derrotas,
Botafogo x Santos - 15 jogos - 6 vitórias 1 empate e 8 derrotas,
Botafogo x Flamengo - 34 jogos - 14 vitórias 10 empates e 10 derrotas,
Botafogo x Fluminense - 32 jogos - 13 vitórias 9 empates e 10 derrotas,
Botafogo x Vasco - 34 jogos - 10 vitórias 7 empates e 17 derrotas,

Jogando Pelo Corinthians (São Paulo)

Partidas: 13
Gols marcados: 2
Partida de estreia: Corinthians 0 – 3 Vasco (2 de março de 1966)
Primeiro gol: Corinthians 2 – 1 Cruzeiro (13 de março de 1966)
Última partida: Corinthians 0 – 3 Santos (9 de outubro de 1966)
Último gol: Corinthians 2 – 0 São Paulo (19 de março de 1966)

Pelo Atlético Junior (Barranquilla, Colômbia)

Partidas: 1
Gols marcados: 0
Única partida: Junior 2 – 3 Santa Fé (20 de Agosto de 1968)
Foi uma passagem muito breve pelo clube.

Pelo Flamengo (Rio de Janeiro)

Partidas: 15
Gols marcados: 4
Partida de estreia: Flamengo 0 – 2 Vasco (30 de novembro de 1968)
Primeiro gol: Flamengo 2 – 2 América-RJ (19 de janeiro de 1969)
Última partida: Flamengo 1 – 0 Campo Grande-RJ (14 de dezembro de 1969)
Último gol: Flamengo 2 – 1 ABC-RN (9 de fevereiro de 1969)

Pelo Olaria (Rio de Janeiro)

Partidas: 10
Gols marcados: 1
Partida de estreia: Olaria 1 – 1 Flamengo (23 de fevereiro de 1972)
Última partida: Olaria 1 – 5 Caldense (7 de setembro de 1972)
Único gol: Olaria 2 – 2 Comercial de Ribeirão (23 de março de 1972)

Pela Seleção Brasileira

Partidas: 61
Gols: 17
Partida de estreia: Brasil 1 – 1 Chile (18 de setembro de 1955)
Primeiro gol: Brasil 5 – 0 Corinthians (28 de maio de 1958) – Garrincha marcou 2 gols na partida
Última partida: Brasil 1 – 3 Hungria (15 de julho de 1966)
Último gol: Brasil 2 – 0 Bulgária (12 de julho de 1966, Copa do Mundo de 1966)

Pela Seleção Carioca

Partidas: 9
Gols: 7
Partida de estreia: Rio de Janeiro 3 – 2 Pernambuco (9 de março de 1955)
Primeiro gol: Marcado na partida acima.
Última partida: Rio de Janeiro 6 – 4 São Paulo (19 de dezembro de 1962)
Último gol: Marcado no partida acima.
Obs: Aqui está computada também a partida Combinado Botafogo-Flamengo 6 – 2 Honved-Hungria (7 de fevereiro de 1957), no qual Garrincha marcou 1 gol.

Pelo Fortaleza (Fortaleza)

Partidas: 1
Gols: 0
Partida de estreia: Fortaleza 1x0 Fluminense (28 de janeiro de 1968)
Garrincha não marcou gol(s) pelo Fortaleza.
Última partida: Fortaleza 1x0 Fluminense (28 de janeiro de 1968)

Pelo Alecrim (Natal)

Partidas: 1
Gols: 0
Partida de estreia: Alecrim 0 – 1 Sport (4 de fevereiro de 1968)[9]
Garrincha não marcou gol(s) pelo Alecrim.
Última partida: Alecrim 0 – 1 Sport (4 de fevereiro de 1968)

Pelo Novo Hamburgo (Novo Hamburgo)

Partidas: 1
Gols: 0
Única partida: Internacional 3 – 1 ECNH (2 de julho de 1969)[10]
Foi um jogo-apresentação

Total geral

Partidas: 716
Gols marcados: 283

Títulos


Pelo Botafogo


Torneios internacionais

Brasil Torneio Quadrangular Internacional: 1954
México Torneio Pentagonal Interclubes do México: 1958
Colômbia Torneio Internacional da Colômbia: 1960*;
Costa Rica Torneio Internacional da Costa Rica: 1961
México Torneio Pentagonal do México: 1962;
World-map-2004-cia-factbook-large-1.7m-whitespace-removed.jpg / França : Torneio Internacional de Paris: 1963*;
Bolívia Torneio Jubileu de Ouro da Associação de Futebol de La Paz: 1964*;
Argentina Torneio Íbero-americano: 1964
Suriname Panamaribo Cup: 1964;

Nacionais

Rio de Janeiro x São Paulo Copa dos Campeões Estaduais Rio-SP: 1962
Rio de Janeiro Campeonato Carioca: 1957,1961 e 1962
Rio de Janeiro Torneio Início: 1961, 1962, e 1963

Pela Seleção Brasileira

Copa do Mundo FIFA: (1958)
Copa do Mundo FIFA: (1962)
Taça Bernardo O'Higgins: (1955, 1959 e 1961)
Taça Oswaldo Cruz: (1958, 1961 e 1962)
Copa Rocca: (1960)

Garrincha participou também de vários amistosos pelo Brasil e pelo exterior, integrando o Milionários (formado por veteranos com carreiras encerradas); o time da AGAP-RJ (Associação de Garantia ao Atleta Profissional do Estado do Rio de Janeiro); diversas equipes amadoras da Itália, e clubes sem expressão do interior do Brasil.

Estas partidas não têm valor para estatísticas.


Prêmios Individuais


Botafogo

Melhor jogador da decisão da Copa Interstadual de Clubes: 1962
Melhor jogador do Campeonato Carioca: 1957, 1961 e 1962

Seleção Brasileira

Bola de Ouro da Copa do Mundo da FIFA: 1962
All-Star Team da Copa do Mundo da FIFA: 1958, 1962
Segundo Maior jogador Brasileiro do Século XX IFFHS (1999)
Quarto Maior jogador Sul-americano do Século XX IFFHS (1999)
Oitavo Maior jogador do Mundo do Século XX IFFHS (1999)
Décimo Terceiro Maior jogador do século XX pela revista - France football: (1999)
Vigésimo Maior jogador do século XX pela revista Inglesa World Soccer: (2000)
Sétimo Maior Jogador do Século XX pelo Grande Júri FIFA (2000)
Seleção de Futebol do Século XX

Filmografia

Garrincha, Alegria do Povo (1962)
Garrincha - Estrela Solitária (2003). Baseado no livro Estrela Solitária - Um Brasileiro Chamado Garrincha de Ruy Castro.

Referências

↑ Classic Football - Garrincha.
↑ Ifhof.
↑ a b c d CASTRO, Ruy, Companhia das Letras, Estrela Solitária: um Brasileiro Chamado Garrincha, 520, 1995. ISBN 8571644934
http://www.abril.com.br/noticia/esportes/no_284920.shtml
http://oglobo.globo.com/esportes/mat/2008/01/17/_garrincha_era_flamengo_doente_revela_irma-328076571.asp
↑ Cavalcante, Messias Soares. A verdadeira história da cachaça. São Paulo: Sá Editora, 2011. 608p. ISBN 9788588193628
http://www.rsssfbrasil.com/miscellaneous/botajog.htminserir fonte aqui
http://www.fortalezaec.net/2009/Curiosidades.aspx?id=7b74d473cb524cf2bd421cc161a1f9ae
↑ Alecrim 0 x 1 Sport.
↑ Inter 3 x 1 ECNH.

Notas

↑ O Anjo de Pernas Tortas é o título de uma poesia de Vinícius de Moraes.
↑ É muito difícil, quando se trata de Garrincha, separar o homem do mito. Muitos tentam: jornalistas, escritores, amigos, renomados acadêmicos, mas, nem sempre com sucesso. Mesmo uma biografia de fôlego como a empreendeu Ruy Castro, considerada a mais completa até o momento, baseada em muita documentação e 500 entrevistas, possibilitou. Boa parte do livro é um esforço para separar lendas de fatos, casos de causos.
↑ Há várias espécies de pássaros em diversas regiões do Brasil que são conhecidas por este nome, a maioria do gênero Thryothorus: o Garrincha-de-Bigode (Thryothorus genibarbis); o Garrincha-da-Chuva (Thryothorus Coraya – ouça o canto); o Garrincha-de-Bico-Longo (Thryothorus Longirostris - ouça o canto); Garrincha-Trovão (Thryothorus leucotis); etc.

Publicado por: Murilo Dieguez

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Fonte de Pesquisa:

acervo www.historiadordofutebol.com.br

Historiador Luiz Fernando Evaristo;

Historiador Nei Medina;

http://mundobotafogo.blogspot.com;

www.flamengo.com.br

Aqui o Livro sobre a vida de Garrincha escrito por Ruy Castro

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Aqui Garrincha e Elza Soares

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Você sabia que a expressão "olé" no futebol é por causa do Garrincha?

o Botafogo jogou contra o River Plate, no México, e o lateral do River era o Vairo.

O Garrincha deitou e rolou em cima do coitado, depois do décimo drible a torcida emprestou o grito "olé" das touradas pra expressar a monstruosidade que o Garrincha fazia com a bola e com o marcador.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Entrevista de Garrincha de 1966 pela extinta TV Tupi e publicado por xol8lox

Abaixo uma de poucas entrevistas de Garrincha realizado pela TV Cultura 40 anos publicado por joaorhamaniel

 

"Garrincha, você faz parte da história do futebol, e eu Marcelo Dieguez, O Historiador não vou deixar sua história ser esquecida".

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GUILHERME ALMEIDA, Preparador de Goleiros.

 

 

 

 

Guilherme Almeida, nasceu no dia 13 de março de 1983.

 

 

 

 

 

Começou a carreira jogando futebol como goleiro, e depois se tornou preparador de goleiros.

 

Veja abaixo a entrevista que ele concedeu para o blog de nosso amigo Ulisses, e também para o site supervasco.com.br

O preparador de goleiro Guilherme de Almeida, que trabalha no Vasco, é o preparador das categorias de base, é sem dúvida um excelente profissional, veja mais sobre a carreira dele agora na entrevista:

Profissão: Preparador de goleiros

Clube Atual: Vasco


1-De onde surgiu o interesse em trabalhar no futebol?

Aconteceu muito Rápido, eu jogava em um time de Minas Gerais chamado 7 de setembro afiliado ao América MG como se fosse um time B do América da Base , lá eu tinha um treinador chamado PASSINE , ele conversou bastante comigo no fim do ano de 1999 quanto eu tinha 17 anos eu estava estourando o juvenil para juniores , ele conversou muito , pedindo para eu desistir da minha posição por causa da minha baixa estatura , ele me disse para eu me aprofundar na área de treinamento de goleiros , por que eu sempre fui uma pessoa responsável , dedicada etc ... acabei seguindo o seu conselho , logo em seguida o preparador de goleiros do clube onde eu jogava recebeu uma proposta para um outro clube , imediatamente o PASSINE me convidou ,eu não pensei duas vezes , acertei por uma temporada , mas eu ainda não sabia o que faria da minha vida , já que eu nunca havia parado de estudar , eu já estava ao término dos meus estudos , fiquei lá no ano de 2000 trabalhei com sub-17 e sub-15 , era um pouco estranho , no começo foi tudo uma novidade , mas todos me respeitavam muito . eu passei a ser treinador dos goleiros que eram os meus colegas de time , éramos como irmãos , morávamos todos juntos na concentração , terminou o ano , o clube terminou a parceria com o AMÉRICA MG , eu decidi voltar para o RIO DE JANEIRO , comecei a faculdade , jogava na faculdade para ganhar bolsa de estudo , treinava os goleiros e eles me treinava , conhece uma pessoa que foi muito importante na minha vida chamada Reginaldo , um cara que devo muito até hoje , uma pessoa que sempre quando pode continua me ajudando , o Reginaldo junto de uma escola aqui da minha cidade natal SÃO GONÇALO , fizeram um projeto para alunos da escola , ele me convidou para ser o preparador de goleiros , mas o esporte era diferente era futsal , no começo não era muito sério , jogávamos campeonatos estudantis , fazíamos amistosos , depois as coisas foram melhorando o dono da escola começou a investir no Projeto , era um projeto muito bom que tenho saudades até hoje , não ganhávamos nada pelo trabalho e sim a amizade a experiência e o companheirismo entre os professores acabamos virando amigos , hoje temos uma grande amizade , nos afastamos um pouco mas sempre estamos em contato , o projeto foi evoluindo , fomos trabalhando forte o Dono da escola decidiu colocarmos para disputarmos campeonato estadual , no sub-09, sub-11 e sub-13 , ficamos ao total 4 anos trabalhando no projeto "SÃO GONÇALO FUTSAL" chegamos a revelar alguns jogadores , temos em mente alguns atletas em clubes grandes aqui no RIO , como uma grande promessa o DAVI FERRARI , volante do sub-15 do FLUMINENSE e da seleção brasileira, o meia atacante MAGNO LUÍS , que hoje está no VASCO DA GAMA ,o goleiro FERNANDO que está no SENDAS aqui do RIO , com passagens no BOTAFOGO E VASCO e entre outros que falha a minha memória ,depois do término do projeto , O treinador da faculdade onde eu estava o LEONARDO MELO , falou que tinha um amigo no Artsul precisando de um preparador de goleiros e perguntou para mim se eu não queria , eu não pensei duas vezes , Fui para o Artsul trabalhei com sub-15 , sub-17 por um ano , depois comecei o trabalho no ano seguinte fiquei sub-17 , do ARTSUL eu conheci o MARCELO PIRES , um grande amigo um dos poucos que eu fiz no meio do futebol , ele estava indo para o Vasco naquele ano e me convidou me pediu o meu c.v eu lhe enviei , apresentou para a diretoria , fui chamado onde estou até hoje .


2-Como foi parar no Vasco?

Através do meu amigo MARCELO PIRES ,que é também preparador de goleiros da base do Vasco da gama.

3-Você sempre foi preparador de goleiros?


Sim eu sempre fui preparador de goleiros , mas com educação física eu trabalhei de tudo um pouco , escolinha de futsal , recreador de festas, escolinha de goleiros , dei aula em escolas particulares, do jardim ao 3 ano , trabalhei na secretaria de esporte e lazer daqui de SÃO GONÇALO , já trabalhei em muita coisa dentro da minha área graças a DEUS.


4-Como é o trabalho de preparador de goleiros?



Ser um preparador de goleiros é uma profissão de muita responsabilidade, é uma profissão de muito trabalho , um trabalho em busca da perfeição sempre , mesmo sabendo que os nossos goleiros irão levar o gol , trabalhando sempre em busca do inevitável , uma profissão que temos que ter muito capricho sempre , trabalhar sempre o psicológico do goleiro , após uma falha , temos que ser sempre para o goleiro uma pessoa de confiança , um pai um irmão um amigo , darmos broncas na hora de darmos , elogiar sempre quando for preciso , esse é o trabalho de um preparador de goleiros , é muito bom ser preparador de goleiros pois faço o que amo de verdade .

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



5-Me fale sobre o trabalho na base do Vasco?


A base do Vasco está muito bem administrada por grandes profissionais , estamos trabalhando forte , é um trabalho muito árduo para revelar grandes atletas para a equipe profissional , esse é o nosso maior objetivo aqui , trabalhar sempre para formar jogador para o VASCO , temos muitos atletas de qualidade que certamente irão chegar no profissional e nos darão muitas alegrias no futuro bem próximo,hoje no rio de janeiro é uma da base mas forte que vem ganhando títulos importantes a cada ano que passa.

6-Você tem o sonho de chegar ao profissional do Vasco?


SIM , eu tenho esse sonho é claro , como todos os profissionais que trabalha lá na base , sei que a minha chance de chegar lá não são grandes , mas no meio do futebol eu já vi coisas acontecerem que eu nunca imaginava que ia acontecer , estou trabalhando forte para que quando acontecer eu estar preparado e corresponder as expectativas , como um goleiro na reserva , sempre trabalhando para quando surgir a oportunidade não desapontar , hoje o meu desejo maior é trabalhar no exterior , já bateu na trave algumas vezes , mas uma hora vai acontecer e eu estou preparado para esse desafio .


7-Desde quando você tem a sua escolinha de goleiro?


Eu já tenho essa escolinha de goleiros a um ano com o ex goleiro do VASCO , o MÁRCIO CAZORLA no VERA GOL em ITABORAÍ RJ.


8-Quantos alunos você tem lá?


Estamos com 10 alunos no momento.


9-Vocês revelam goleiros para times?Se revelam, quantos já foram?

Ainda não revelamos , estamos com grandes idéias , começamos um trabalho do zero , estamos plantando a semente , pegamos os goleiros que nunca tinha trabalhado com treinamento de goleiros , é uma diferença ainda muito grande com os goleiros que estão em clubes , mas goleiro se faz , com certeza iremos formar goleiros e mandarmos para o VASCO , que esse é o nosso maior objetivo.


10-Algo de inusitado já ocorreu na sua carreira?


Não acho que nunca aconteceu nada inusitado ainda.

11-Quantos títulos já conquistou pelo Vasco?


Já ganhei um pouco de título aqui , 5 títulos, nas férias escolares estamos sempre viajando com a base em torneios pelo Brasil e graças a DEUS estamos levantado o caneco pelo Brasil e até mesmo no exterior , esse ano fomos campeões da LISBOA CUP com a nossa equipe sub-13, eu não tive a oportunidade presenciar , mas os goleiros que foram já passaram pelas minhas mãos.

12-Você tem contrato até quando? e já recebeu propostas para sair do Vasco? Se sim, quais?

Estou indo para o 3 ano no Vasco , sou funcionário do clube , tenho a minha carteira de trabalho assinada, Recebi sim , recebi 3 propostas ,a primeira foi para a seleção da SÍRIA , eu cheguei a assinar o contrato de dois anos no começo do ano , mas devido aos problemas políticos que a SÍRIA vem enfrentando eu não fui , depois foi para as SENDAS aqui no RIO DE JANEIRO , um excelente clube com uma das melhores estruturas do futebol carioca , e agora foi para a seleção de Moçambique , mas não foi para frente , estou muito feliz no Vasco ,mas se surgir boas propostas é um caso a pensar , já que tenho família , estou para me casar , tenho que pensar no lado financeiro para construir a minha família , é o projeto da minha vida que eu estou priorizando no momento

 

 

Publicado por: Murilo Dieguez

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Fonte de Pesquisa:

acervo www.historiadordofutebol.com.br

Blog do Ulisses,

www.supervasco.com


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

"Guilherme, você faz parte da história do futebol, e eu Marcelo Dieguez, O Historiador não vou deixar sua história ser esquecida".