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ADRIANO, ex-jogador do Guarani-SP, América-SP, Neuchatel Xamax-Suiça, Botafogo-RJ, Juventude-RS, São Paulo FC-SP, Náutico-PE, Atlético-MG, Sport-PE, Urawa Reds-Japão, Bahia-BA, Portuguesa Santista-SP, Pogon Szczecin-Polonia, Bragantino-SP, CRB-AL, Atlético Nacional-Colombia, Juventus-SP, Oeste Paulista-SP, Gremio Prudente-SP, Seleção Brasileira Sub17 e Seleção Brasileira Sub20.

 

 

Adriano Gerlin da Silva, o Adriano nasceu no dia 29 de setembro de 1974 na cidade de Dracena no Estado de São Paulo.

Adriano é um ex-futebolista e dirigente esportivo brasileiro.

Começou a carreira do no Guarani de Campinas (SP) em 1991.


Tido como grande revelação no início dos anos 90, quando foi eleito chuteira de ouro no Mundial Sub-17 de Futebol de 1991.

Abaixo a Seleção Sub17 Campeã Sulamericana em 1991.

Aqui em 1991 no Mundial na Itália, onde aparece `Júlio César Leal à esquerda,Gian com Pelé, e à direita Yan, e em pé atrás de Pelé está o Adriano.

Pelé foi visitar a Seleção Brasileira Sub-17 para desejar sorte, porém não conseguiram o título..

Dia 18 de agosto de 1991, em Massa, na Itália. Aos 39 minutos do primeiro tempo, ele recebe a bola na intermediária, dribla quatro adversários, passa pelo goleiro e toca para o fundo das redes. Nesse dia, o Brasil vence por 2 a 0 a Alemanha pelo Campeonato Mundial Sub-17.

Jogou no Guarani até 1992.

Ainda em 1992 foi jogar na Suiça no Neuchatel Xamax, onde jogou até o ano de 1995.

Dia 20 de março de 1993, em Sydney, na Austrália. Aos 44 minutos do segundo tempo, ovacionado por quase 40 mil pessoas, ele é substituído após arrebentar na final e conduzir a seleção sub-20 ao título mundial daquele ano.

Abaixo o Poster da Placar do TriCampeonato Mundial Sub20 em 1993, vemos Adriano agachado, sendo o segundo da direita para a esquerda.

Destaque do time sub-17 do Brasil no mundial de 1991, foi também artilheiro e assim alcançou o status de estrela precoce.

Repetiu o desempenho no sub-20 e logo foi para a Europa, jogando na Suíça.

Após ser eleito o melhor do mundo no sub-20, semanas depois foi vendido do Guarani para o Neuchâtel Xamax, da Suíça, um país sem muita tradição no futebol em relação a clubes. Era cobiçado por vários grandes times da época, porém, não se arrepende da mudança drástica na carreira.

- Falo de coração, não me arrependo dessa mudança. Obviamente poderia ter ido para outro mercado, pois era o melhor do mundo e tinha mercado na Espanha e Itália, onde o futebol é mais sério - frisa Adriano.

O meia destaca ainda que o futebol suíço não era o melhor para o jogador mais cobiçado daquela época.

- Hoje, o Neymar é o melhor do Brasil e foi vendido para o melhor time do mundo, o Barcelona. Fui jogar em país com neve, bola vermelha e com mil pessoas no estádio.

Depois de fracassar na Suíça, Adriano voltou ao Brasil.

Primeiramente em 1995 foi jogar no Botafogo do Rio.

No mesmo ano de 1995 foi jogar no Juventude de Caxias do Sul-RS.

Em 1996 foi jogar no América-SP.

E ainda em 1996 foi para o São Paulo, time de coração onde atuou por seis anos.

- O São Paulo jamais atrasou um pagamento e sempre honrou comigo. É um clube organizado e que mora no meu coração - diz o ex-jogador, que celebrou cerca de 250 gols e dezenas de assistências em 18 anos de carreira.

Ao contrário do Tricolor do Morumbi, ele não poupa críticas aos times do Botafogo, Atlético-MG, Sport e Náutico, que atrasaram seu salário por vários meses.

- Isso me deixou triste no futebol, pois treinava firme e no final do mês o reconhecimento do trabalho não vinha.

Ele aponta o time do Tricolor de 1998 a 2002 como o melhor que defendeu.

- Joguei com o Rogério Ceni, Dodô, França, Denilson, Aristizabal, Zetti e Gustavo Nery. Só craques - lembra, com muita saudade.

Adriano tem em sua memória dois golaços pelo Tricolor Paulista. O primeiro foi no Campeonato Brasileiro de 2001, logo após o seu retorno ao futebol brasileiro, depois de uma passagem pelo futebol japonês.

Com a camisa do São Paulo, Adriano acertou uma cobrança de falta da intermediária e marcou com estilo sua volta ao Tricolor.

No ano seguinte, em 30 de maio, Adriano celebrava seu auge com o título de supercampeão paulista pelo time do Morumbi, com uma goleada de 4 a 1 diante do Ituano. O dracenense marcou duas vezes, porém um ele não esquece.

- Foi de falta novamente, mas esse foi decisivo, pois abriu o caminho para a taça.

Abaixo matéria no youtube com o Título do SuperCampeão Paulista de 2002 com gol de falta de Adriano

Título do SuperCampeão Paulista de 2002 com gol de falta de Adriano

Abaixo em 2003

Jogou no São Paulo de 1996 até 1998.

Foi emprestado em 1999.

E em 2001 voltou ao São Paulo, onde conquistou o SuperCampeonato Paulista no ano de 2002, e ficou até o ano de 2003.

Foi emprestado ao Náutico em 1999

Náutico

Com esse currículo, Adriano chegou a Pernambuco em 1999. Ainda que não tenha confirmado o status de craque que se esperava, o atleta vestiu a camisa alvirrubra e comprovou o talento incomum com a bola nos pés. Foi destaque no Náutico durante o Campeonato Pernambucano e despertou o interesse do rival Sport. A transferência da Ilha do Retiro se concretizou apenas na temporada seguinte. A espera valeu. Depois de uma curta passagem no Atlético Mineiro, o atleta se vestiu de rubro-negro para viver umas das melhores fases da carreira e comandar um dos grandes times montados pelo Leão. Marcou seu nome no futebol local.

Gols e destaque no Náutico
Adriano guarda bem na memória os primeiros jogos em defendeu o Timbu. “Eu sai do São Paulo para o Náutico por empréstimo. Logo no primeiro jogo era um clássico com o Santa Cruz. Treinei na quarta e joguei no domingo. A partida acabou em 1 a 0, com um gol meu”, lembra. “Depois teve o jogo com o Vitória. O placar foi 2 a 0 e eu fiz os dois gols. Quer dizer, minha passagem começou com gols e alegria. Já consegui desequilibrar no começo”, acrescenta.

Adriano, de fato, teve uma boa passagem pelo Náutico. Fez 19 gols no Estadual. Só ficou atrás de Leonardo, do Sport, que assinalou 24 tentos. O detalhe é que o meia chegou com o campeonato já em andamento. Fez o suficiente para virar ídolo da torcida alvirrubra até que se rendeu ao interesse do maior rival.

Jogando pelo Náutico em 1999, vejam gols dele no youtube

E também no mesmo ano de 1999 jogou pelo Atlético Mineiro.

No ano 2000 foi jogar no Sport Recife.


Mudança para o Sport
Depois de brilhar no Estadual, Adriano trocou de cidade. Deixou o Recife para disputar o Campeonato Brasileiro em Minas Gerais. Foi para o Atlético Mineiro. A passagem foi rápida. O meia, após o final da competição, foi contratado pelo Sport. De imediato, gerou a ira dos alvirrubros.

“No Náutico, fiz um Pernambucano muito bom. Fiz gol em quase todos os jogos que atuei. Resgatamos a torcida dos mais velhos e os mais novos que precisavam de um ídolo”, afirma. “A torcida acabou chateada, mas o jogador precisa ser profissional”, acrescenta.

Adriano, então, assinou contrato de empréstimo por um ano e partiu temporada mágica na sua trajetória. Fez parte de um dos times mais fortes da história recente do Sport. Foi campeão pernambucano, campeão do Nordeste e brilhou nas competições nacionais da Copa dos Campeões e do Campeonato Brasileiro.

Chegou ao Sport em 2000 para fazer parte de um dos melhores times da história rubro-negra, que foi pentacampeão pernambucano e campeão do Nordeste, além de vice na Copa dos Campeões e 5º lugar na Copa João Havelange.

Gols pelo Sport: 27

Maestro, cobrador de faltas, excelente chutador à distância, conquistou a torcida rapidamente, mesmo tendo passado pouco tempo na Ilha.

O quase na Copa dos Campeões
A primeira prova em nível nacional da versão do Sport de 2000 aconteceu na Copa dos Campeões. Depois de aposentar o meia Rai ao eliminar o São Paulo, os leoninos chegaram à final do torneio. O adversário era o Palmeiras. A torcida rubro-negra estava eufórica com a possibilidade de conquistar a competição e voltar a disputar a Copa Libertadores. Até hoje, Adriano lamenta a derrota por 2 a 1.

“Não fomos campeões porque a final foi decidida em apenas um jogo. Todas as outras fases da competição tinham jogos de ida e volta”, diz. “Jogamos a final muito melhor do que o Palmeiras.  Chegamos muito perto”, acrescenta.

O quase no Campeonato Brasileiro
Depois do quase na Copa dos Campeões, o Sport voltou a bater na trave. Na Copa João Havelange, que substituiu o Brasileiro daquele ano, o Leão da Ilha caiu nas quartas de final. O primeiro jogo, no estádio Olímpico, acabou em 2 a 1 para os tricolores. A decisão ficou para a Ilha do Retiro. O Grêmio abriu o placar com Ronaldinho Gaúcho de pênalti.

Antes, porém, os rubro-negros se revoltaram com não marcação de uma infração sobre Russo dentro da área. A partida correu com ares dramáticos ainda mais depois que Adriano marcou o gol do empate. “Se ganhássemos do Grêmio, éramos campeões. Não tinha nenhum outro time que pudesse bater a gente”, garante. “O nosso time era muito forte dentro da Ilha. Era um time com personalidade. A torcida também era muito empolgada. Vinha São Paulo, Palmeiras, Corinthians e a gente dava pau”, acrescenta.

No ano de 2001 foi jogar no Japão no Urawa Red Diamonds.

E em 2001 voltou ao São Paulo, onde conquistou o SuperCampeonato Paulista no ano de 2002, e ficou até o ano de 2003.

No ano de 2003 foi jogar no Bahia

Ainda em 2003 jogou novamente pelo Náutico.

No ano de 2004 até 2005 jogou no Pogon da Polonia.

Em 2005 foi jogar na Portuguesa Santista.

No ano de 2006 foi jogar no Bragantino-SP.

Ainda em 2006 foi jogar no CRB de Alagoas.

CRB EM 2006

 

 

 

08 de Março de 2006

Seis vitórias consecutivas e com a crista alta. Esse é o CRB, que fez a “sena” mas não pode levar o prêmio.

No jogo de um time só – o São José (AP) deu apenas dois chutes a gol em 95 minutos – os jogadores do CRB se viram na pele dos azulinos por alguns minutos - e deixaram o campo, para o intervalo, embaixo de uma demorada vaia.

O torcedor cobrava dos jogadores pelo número excessivo de erros de passe e a falta de objetividade, principalmente nas finalizações. Durante os 48min da etapa inicial o São José não conseguiu chutar nenhuma bola em direção ao goleiro Pantera, mas o placar sem gols não satisfez os regatianos, apesar das duas bolas na trave – Benhur aos 22min e Bebeto aos 31min. Nos dois lances o goleiro Darlan evitou o gol.

No lance mais polêmico do jogo, aos 42min, Marquinhos foi derrubado na entrada da área. Os jogadores reclamaram pedindo pênalti, mas o árbitro Emerson Sobral (PE) optou pela falta, que Adriano bateu e desperdiçou a última grande chance do primeiro tempo.

Na etapa final os jogadores entraram em campo ainda sentido a pressão das vaias, mas a resposta veio logo aos 2min, quando Adriano driblou o goleiro Darlan e abriu o placar.

Após o gol o CRB, literalmente, acordou em campo e deu liberdade ao São José armar o único contra-ataque do jogo, aos 9min, quando o atacante Cléo chutou e Pantera defendeu.

Depois dos 10min o CRB foi todo ataque. Aos 11min Rodrigo Santos chutou forte, de fora da área, Darlan rebateu e Cristiano pegou o rebote, para mais uma bela defesa do goleiro.

A volta de Tico

Depois de uma recuperação surpreendente, o atacante Tico Mineiro, que foi operado do joelho há menos de um mês e esteve ameaçado de ficar fora do campeonato Alagoano entrou no lugar de Marquinhos.

Mesmo sem ritmo ele conseguiu armar algumas jogadas pela esquerda e, aos 20min, Cristiano recebeu na entrada da área e chutou forte,s em defesa para Darlan.

Com 2 a 0 no marcador, o CRB praticamente liquidou a partida ali. A situação do São José ficou ainda pior quando o volante Walber foi expulso aos 26min, após falta dura em Bebeto.

Aos 31min Everton chutou forte, de fora da área e liquidou a partida. Apesar da tranqüilidade no placar o lateral Bebeto entrou forte em Cléo e foi expulso aos 35min.

O último lance de perigo foi de Tico Mineiro, de fora da área, obrigando Darlan a fazer grande defesa.

O adversário do Galo pela Copa do Brasil é o Cruzeiro (MG). A CBF define até a sexta-feira a data dos jogos. A primeira partida será em Maceió, no Estádio rei Pelé, nos dias 15 ou 22 deste mês. Ou jogo da volta, no Mineirão, deve ser no dia 22 ou 6 de abril.

No sábado o CRB, terceiro colocado na Copa Maceió, com 25 pontos, recebe o Murici, terceiro na tabela, às 15h15, no Estádio Severiano Gomes Filho. O galo não terá o zagueiro Jéferson que foi expulso e o atacante Cristiano, com o terceiro cartão amarelo.

CRB

Pantera; Benhur, Everton e Gino; Tiago, Dino, Rodrigo Santos, Adriano Gerlin e Bebeto; Marquinhos e Cristiano

São José

Darlan, Goiano, Glauber e Everaldo; Walber, Matheus (Buiú), Teco (Cebola) e Leandro; Cléo e Edson Bala

Ficha técnica

Jogo: CRB 3 x 0 São José (AP)

Árbitro: Emerson Sobral (PE)

Assistentes: Albino Andrade (PE) e Elan Vieira de Souza (PE)

Cartões vermelhos: Walber (São José) e Bebeto (CRB)

Cartões amarelos: Goiano e Walber (São José)

Renda: R$ 14.410

Público pagante: 2.540

Público não pagante: 1.652 (sendo 400 mulheres de graça)

Público total: 4.192

11 de Março de 2006

CRB chega à sétima vitória consecutiva

Quem venha o azulão! Essa é a palavra de ordem na Pajuçara após a sétima vitória consecutiva do CRB, que venceu sem quatro titulares. A vítima da vez foi o Murici, que conseguiu evitar as investidas do adversário até os 15min do primeiro tempo. O Galo abriu o placar aos 21min, com Adriano, de pênalti.

O gol abalou o Murici e no primeiro contra-ataque, aos 24min, Marquinhos recebeu de Dino e chutou rasteiro na saída do goleiro Humberto para fazer 2 x 0.

Depois do gol o jogo - que já não era dos melhores – caiu ainda mais de produção e o único lance de perigo aconteceu aos 47min, quando Mimi balançou as redes, mas o assistente Otávio Correia assinalou o impedimento.

2º tempo

Na etapa final os dois times entraram em campo com missões diferentes: enquanto o CRB precisava manter o resultado para voltar à vice-liderança (em caso de derrota ou empate do CSA contra o Penedense) o Murici lutava pelos três pontos, já que, dependendo dos resultados desta 15ª rodada poderá ficar fora do G4.

E motivado pela pressão, o Murici ensaiou uma reação aos 4min, quando Betinho descontou de pênalti. Mas a força do Murici não foi suficiente para chegar ao empate. O CRB voltou a explorar os contra-ataques e, aos 13min, Marquinhos lançou na área e Adriano cabeceou raspando a trave direita de Humberto. Foi o último grande lance do segundo tempo.

Para o próximo jogo o técnico Ferdinando Teixeira poderá contar com o zagueiro Jéferson e o atacante Cristiano, que cumpriram suspensão pelo terceiro cartão amarelo; o meia Roberto Ramos, que passou 10 dias fora de Alagoas e o atacante Tico Mineiro, que sentiu dores musculares após a vitória contra o São José (AP), pela Copa do Brasil.

O CRB volta a campo na terça-feira, às 20h30, no Estádio Rei Pelé, para o segundo clássico contra o CSA. Já o Murici recebe o ASA, também na terça, às 15h15, no Estádio José Gomes da Costa.

CRB

Pantera; Tiago, Gino, Benhure Bebeto; Dino, Rodrigo Santos e Adriano Gerlin (Saulo) e Til; Wellington e Marquinhos (Renatinho)

Técnico: Ferdinando Teixeira

Murici

Humberto; Henrique, Fabinho, Rafael e Betinho; Aldo, Catende, Williams Bidê e Agnaldo (Avelino); Anderson Buiu e Mimi (Amoroso)

Técnico: Ênio Oliveira

Ficha técnica

Jogo: CRB 2 x 1 Murici

Local: Estádio Severiano Gomes Filho – Maceió

Árbitro: Fernando Rogério Assunção

Assistentes: José Magno Tenório Pimentel e Otávio Correia

4º árbitro: Gilson Santos

Cartões amarelos: Henrique, Betinho, Mimi, Rafael, Williams, Aldo e Fabinho (Murici); Dino e Tiago (CRB)

Cartão vermelho: Betinho (Murici)

Renda: R$ 6.035

Público pagante: 552

Público não pagante: 433

Cidadão Nota 10: 780

Público total: 1.765

26 de Março de 2006

CRB

Pantera; Gino, Benhur, Everton e Audivan; Dino, Saulo, Rodrigo Santos, Adriano Gerlin (Tico Mineiro); Bebeto e Junior Amorim

CSA

Delmir; Fábio, Picoli, Silvio e Rogerinho; Jean (Marquinhos Mossoró), Leomar, Arivelton e Djames; Jessuí e Ribamar

Ficha técnica

Jogo: CRB 1 x 1 CSA

Local: Estádio Rei Pelé

Árbitro: Fernando Rogério - CBF/AL

Assistentes: Jaime Bispo e Afrânio Almeida - CBF/AL

4° árbitro: Charles Hebert - ESP/FAF

5° árbitro: Sivaldo Silva - ESP/FAF

Cartões amarelos: Jean, Leomar e Picoli (CSA); Dino, Everton, Benhur e Rodrigo Santos (CRB)

Cartões vermelhos: não teve

Renda: R$ 61.755

Público pagante: 7.876

Público não pagante: 2.603

Cidadão Nota 10: 3.120

Público total: 13.599

Ainda em 2006 foi jogar no Atlético Nacional (Colômbia)

Depois jogou no Juventus-SP

Em 2007, fundou (além de jogar pelo time) junto com seu irmão o Oeste Paulista Esporte Clube, de Presidente Prudente(SP).

 

 

 

O sonho de levar um time para a elite do futebol paulista começou em dezembro de 2005, quando fundou o Oeste Paulista.

Em 2007, foi campeão da Segunda Divisão como presidente e jogador.

No ano seguinte, disputou a Série A3 do Campeonato Paulista e quase alcançou o acesso. Porém, a crise financeira apertou e o clube foi rebaixado em 2009, quando encerrou as atividades.

- Tentei de tudo e gastei muito dinheiro do meu bolso. Mas não dava para seguir sem ajuda.

Parou em 2009, mas voltou a jogar em 2012 pelo mesmo time, mas sob o nome de Grêmio Prudente.

 

 

FICHA TÉCNICA: por onde Adriano passou

Guarani/SP, América/SP, Neuchâtel Xamax/Suíça, Botafogo/RJ, Juventude/RS, São Paulo/SP, Náutico/PE, Atlético/MG, Sport/PE, Urawa Reds/Japão, Bahia/BA, Portuguesa Santista/SP, Pogon Szczecin/Polônia, Bragantino/SP, CRB/AL, Atlético Nacional/Colômbia, Juventus/SP, Oeste Paulista/SP e Grêmio Prudente/SP.

Confira vídeo dos melhores momentos de Adriano

1991   Guarani FC (Campinas)      
1992   Guarani FC (Campinas)      
1992/93   Neuchâtel Xamax FC 10 3  
1993/94   Neuchâtel Xamax FC 8 3  
1994/95 (j)   Neuchâtel Xamax FC 4 1  
1995 (w)   Botafogo FR (Rio de Janeiro)      
1995 (j)   EC Juventude (Caxias do Sul)      
1996 (w)   América FC (São José do Rio Preto)      
1996 (j)   São Paulo FC      
1997   São Paulo FC      
1998   São Paulo FC      
1999 (w)   Clube Náutico Capibaribe (Recife)      
1999 (j)   Clube Atlético Mineiro (Belo Horizonte)      
2000   Sport Club do Recife      
2001   Urawa Red Diamonds 26 7  
2001 (j)   São Paulo FC      
2002   São Paulo FC      
2003 (w)   EC Bahia (Salvador)      
2003 (j)   Clube Náutico Capibaribe (Recife)      
2005 (w)   AA Portuguesa (Santos)      
2004/05 (w)   Pogoń Szczecin 3 0  
2006 (w)   CA Bragantino (Bragança Paulista)      
2006 (w)   CR Brasil (Maceió)      
2006 (j)  

 CD Club Atlético Nacional (Medellín)

 

 

 

 

Abaixo em 2013 Adriano Campeão Paulista amador pelo Ferroviarios

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Títulos


Seleção Brasileira


• Campeonato Sulamericano Sub-17: 1991
• Campeonato Mundial Sub-20: 1993

Títulos pelo Sport:

Campeonato Pernambucano 2000
Copa do Nordeste 2000


Prêmios Individuais


Seleção Brasileira


• Campeonato Mundial Sub-17: 1991 (Bota de Ouro)
• Campeonato Mundial Sub-20: 1993 (Bola de Ouro)


Artilharias


São Paulo

SuperCampeão Paulista 2002

Sport


• Copa dos Campeões: 2000 (3 gols)


Seleção Brasileira


• Campeonato Mundial Sub-17: 1991 (4 gols)
• Campeonato Mundial Sub-20: 1993 (3 gols)

 

 

 

 

 

 

Publicado por: Murilo Dieguez


Fonte de Pesquisa:

Wikipedia,

globoesporte.globo.com/sp/presidente-prudente

www.alagoas24horas.com.br/

www.pe.superesportes.com.br/

spfc.terra.com.br/    

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

"Adriano, você faz parte da história do futebol, e eu seu amigo Marcelo Dieguez, O Historiador não vou deixar sua história ser esquecida".

Um abraço de seu amigo Marcelo  Dieguez.