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MEMORIAL DA LAPA

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Reginaldo Aracheski criou na cidade da Lapa (70 km de Curitiba) um Memorial de Futebol com mais de 600 quadros e posteres retratando imagens de jogadores e times dos anos 1920/1980, muitas das quais raríssimas. O Memorial encontra-se instalado numa casa tombada em estilo Elizabethano e construída pelo seu avô em 1897 no vértice histórico da cidade (Praça Gal. Carneiro, 380) . Hoje é de sua propriedade e aberta aos domingos na parte da manhã. Reginaldo Aracheski faz isso  por mero hobby e viaja tanto no Brasil e Exterior contatando ex-jogadores de futebol.

 

 

 

 

 

Conheçam o Memorial da Lapa, uma Casa da Família Aracheski, na cidade da Lapa no Paraná, onde a história do Futebol está representada em fotos, posteres, material histórico de cunho futebolístico, enfim vejam algumas fotos e o texto do escritor luso-brasileiro, João Manuel Simões, que é da Academia Paranaense de Letras após visita ao meu memorial.

Na época Rogério Aracheski  que criou o Memorial de Futebol da Casa Aracheski,   atualmente de sua propriedade,  e que fora construída em estilo Elizabethano em 1897 pelo seu avô paterno Antonio Aracheski,  na cidade da Lapa - Pr. , enviou para o Rogério Zilli - assessor de Pelé - que retornou dizendo  o seguinte:     in verbis :  "Mostrei ao Sr. Edson que gostou muito e manda agradecer".  

A única camisa que Pelé usou pela Seleção jogando em Curitiba, peça que faz parte do acervo do Memorial da Lapa

        

ECOS DUMA VISITA MARCANTE AMEMORIAL dfutebol  da  Casa  AracheskI                                                                                                                                
                     
                                                                                                       João Manuel Simões                                                                                           
                               Acabo  de realizar, verdadeiramente encantado, uma visita ao precioso Memorial do Futebol, instalado com perfeição na histórica e cativante Casa Aracheski, na legendária Lapa de tantas glórias. 
Antes de mais nada, destaco que a Casa Aracheski é quase um monumento, um marco miliário em homenagem a uma ilustre família paranaense cujas raízes estão plantadas no Velho Mundo, na gloriosa Polônia de Mieckiewicz, Chopin e Sienkiewicz.

                                  O interessantíssimo Memorial é fruto de um devoto fervoroso, para não dizer amante apaixonado, do Esporte das Multidões, que é o advogado Reginaldo Cleon Pinto Aracheski, figura paradigmática do clã dos Aracheski,  ao qual me sinto ligado por laços de profunda e fraterna amizade.     
                                 O rico Memorial, na sua materialidade, é constituído por um vastíssimo acervo de fotos, posters, quadros e outros documentos que certamente irão fazer história. Todos eles tendo por temática, por leit motiv,  o chamado esporte bretão e seus incomparáveis executantes, bem como os testemunhos dos  contatos pessoais de Aracheski com figuras emblemáticas do futebol, nacional e mundial, inclusive nas Américas e na Europa.

                                 Merece destaque especial o Rei Pelé, com mais de 70 fotos. Esse Pelé do passe matemático, simples,  geométrico. Do drible exato, curto, sibilino. Do chute claro, límpido, perfeito. Do gesto lúdico, harmônico e misterioso, igual a um dardo de ébano e esperança. Do riso claro, nítido, translúcido. O olhar jorrando luz inexprimível. O soco irretocável contra o espaço enorme.  Esse foi Pelé. Melhor: esse é o Pelé que não morre, florescendo para sempre na memória como um lírio negro.

                                 Da sua galeria de personagens e do seu pantheon de heróis, além de representantes exponenciais de nossa mídia esportiva, entre os brasileiros, lembro `a vol d’oiseau  mais ou menos cronologicamente, nomes como  Friedenreich e Domingos da Ghia,  Heleno de Freitas e Dondinho (pai do Rei), Leônidas e Zizinho, Didi e Pepe,  Nilton Santos,  Gilmar e Rivelino,    Gerson e Tostão,    Mazola, Sormani, Amarildo   e, last but not least,   o admirável Garrincha.   Dos ilustres lapeanos,  Barcímio Sicupira Jr. (o maior ídolo e artilheiro da história do Clube Atlético Paranaense) , Patesko  (o primeiro paranaense a ser convocado para o selecionado brasileiro),  Lalá   (que integrou o Santos de Pelé nos anos 59/61)   e Waldomiro Rauth.   Sem esquecer, é claro, da notória imagem do também lapeano Victor Ferreira do Amaral, que trouxe a primeira bola de futebol para o estado do Paraná em 1.903.

                              Entre os estrangeiros, lembro figuras como Di Stéfano, PuskasBanks, Rivera, Yashin, Stanley Mathews e o grande Euzébio, meu patrício, que em 1966 brilhou na Inglaterra, ao lado de Coluna, Torres, Costa Pereira, José Augusto e Simões (que não é  meu parente...)                              
                              O futebol nutre-se do seu visceral apetite de beleza. Busca sempre aquele belo indizível que Leonardo da Vinci (centroavante da seleção mundial da Arte) considerava a materialização do próprio Deus.  É esse futebol admirável que o Memorial, em boa hora concebido e implementado pelo idealismo pragmático de Aracheski, procura homenagear, enaltecer, glorificar.

                              Futebol é arte. Futebol é ciência. Futebol é amor, é paixão. Arte suprema, grupo escultural em movimento, arquitetura instável sobre o tapete verde,  o futebol é por excelência um espetáculo lúdico. É o território onde pontifica, altaneiro e soberbo, o  homo ludens   de Huizinga.   É também um fato social com graves implicações na psicologia das massas. Sem deixar de ser uma realidade eminentemente estética. Ou uma faceta importante do próprio humanismo.

                              Quem ousará negar que o futebol é o mais belo e hierático de todos os esportes ?   O grande futebolista, como qualquer artista maiúsculo, sabe aliar a inspiração à arte. Dando-lhe expressão e força. Antes de tudo, porém o jogador de futebol é um dançarino com a sua coreografia fascinante e complexa, feita de movimentos sutis, de gestos sibilinos, de arabescos mágicos.

                              Enfim, tive muito prazer em apor a minha assinatura modesta no Livro de Visitas do Memorial, cuja assinatura inaugural foi a do grande jornalista esportivo Carneiro Neto.

       Parabéns pela sua obra singular, amigo Reginaldo. Honro-me e orgulho-me de a ter conhecido  in loco.   Estou convencido de que  ela irá crescer, no tempo e no espaço.Deo Volente,  assim acontecerá.                                                                       
                                                                       Julho de 2012                                                                                                          
 (João Manuel Simões  -  poeta e prosador luso brasileiro -  com mais de 60 livros publicados, é membro da Academia Paranaense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná, do Centro de Letras do Paraná e da União Brasileira de Escritores)          

Matéria publicada em Jornais de Curitiba sobre o Memorial da Lapa

 

 

Abaixo foto de Djalma Santos que está exposta no Memorial da Lapa de Reginaldo Aracheski

 

 

Abaixo Reginaldo Aracheski e Tostão

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Abaixo Reginaldo Aracheski e Eusébio em Portugal em novembro de 2011

 

 

 

Abaixo Reginaldo Aracheski e Sormani em Roma em novembro de 2011

Em Março de 2014 Marcelo Dieguez foi a Curitiba, conhecer pessoalmente o amigo Reginaldo Aracheski, onde mostrou parte de seu acervo, em seu Escritório no centro de Curitiba, contando com os amigos Luiz Fernando Evaristo e Dreyer.

Marcelo Dieguez vendo fotos de celebridades do futebol do acervo do amigo Reginaldo Aracheski em seu Escritório no centro de Curitiba

Reginaldo Aracheski, em seu Escritório no centro de Curitiba, com Marcelo Dieguez e Luiz Fernando Evaristo.

Em Março de 2014 Marcelo Dieguez foi a Curitiba, onde Dreyer concedeu uma entrevista exclusiva e histórica para a posteridade, relembrando fatos e jogadores históricos, e com a participação dos amigos Reginaldo Aracheski e Luiz Fernando Evaristo, no Escritório de Reginaldo no centro de Curitiba que é proprietário do Memorial do Futebol da Lapa.

Dreyer concedeu uma entrevista exclusiva e histórica para a posteridade

Marcelo Dieguez e Dreyer

Em Março de 2014 Marcelo Dieguez foi a Curitiba, onde realizou entrevista com o amigo Reginaldo Aracheski que é proprietário do Memorial do Futebol da Lapa, onde contou sobre o Memorial e histórias de futebol !!!

No final do ano de 2018 Reginaldo Aracheski esteve em Roma visitando o amigo Sormani, e trouxe fotos raríssimas autografadas.

Abaixo Elza Soares, Garrincha e Sormani e abaixo a dedicatórioa em italiano de Sormani para Reginaldo Aracheski.

Elza Soares foi cantar em Milão, e Garrincha foi a tira-colo, e Sormani jogava no Milan foi visitá-los, e saiu essa reportagem no jornal.

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Abaixo foto de 1963 no Estádio San Siro, Sormani e Pelé, antes do jogo Seleção Italiana 3x0 Seleção Brasileira, onde Sormani fez o primeiro gol

sormaniepelenojogoitaliaxbrasil

 

 

 Abaixo Reginaldo Aracheski envia mensagem em vídeo para os amigos do Brasil, e em especial ao Museu Esportivo de Maringá-PR

 

 

 

 

Publicado por: Murilo Dieguez

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Fonte de Pesquisa:

 

arquivo pessoal de Marcelo Dieguez e de Reginaldo Aracheski

  

Abaixo Reginaldo Aracheski e Marcelo Dieguez, mostrando a única camisa que Pelé usou pela Seleção jogando em Curitiba, peça que faz parte do acervo do Memorial da Lapa

"Reginaldo Aracheski, você faz parte da história do futebol, e eu seu amigo Marcelo Dieguez, O Historiador não vou deixar sua história ser esquecida".

Um abraço de seu amigo Marcelo de Paula Dieguez.