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HÉRCULES, ex-ponta-esquerda do Juventus-SP, São Paulo da Floresta-SP, Independente-SP, Fluminense-RJ, Corínthians-SP, Seleção Paulista, Seleção Carioca e Seleção Brasileira.

 

 

 

 

Hércules Miranda, o Hércules nasceu no dia 02 de julho de 1912 na cidade de Guaxupé no Estado de Minas Gerais.

 

 

 

 

Sua carreira começara na várzea paulista, e de 1930 a 1933 ele jogara no Juventus, de onde Paulo Machado de Carvalho o levou para o São Paulo.

Houve a dissolução do clube e Hércules passou a atuar no Independente, time de exibição em São Paulo, ao lado de Friedenreich, Araken e Orozimbo.

Hércules, que tinha passe livre depois que o São Paulo da Floresta se dissolvera, foi então contratado pelo Fluminense.

A torcida carioca o viu pela primeira vez no dia 7 de janeiro de 1934, em São Januário, onde cariocas e paulistas decidiram o título brasileiro e ele fez o gol da vitória paulista na prorrogação, depois do empate por 1 x 1 no tempo regulamentar.

Para jogar no Flu, recebeu 10 contos de réis, uma fortuna na época, e passou a formar um grande elenco com Batatais, Ernesto Santos e Machado; Marcial, Brant e Orozimbo; Sobral, Russo, Gabardo e Vicentino.

 

Aqui Hércules com a camisa do Fluminense.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mineiro de Guaxupé, Hércules de Miranda era conhecido como "O Dinamitador": tinha, segundo o cronista Geraldo Romualdo da Silva, do Jornal dos Sports, "um canhão no pé esquerdo e um míssil no direito".

O apelido Dinamitador pegou a partir de 1936, quando o chute forte o consagrou definitivamente no Rio de Janeiro, graças a seus gols de falta.

Em 1938, Hércules foi à Copa do Mundo, na França, mas o auge de sua carreira aconteceu no tricampeonato de 1936, 37 e 38, quando se tornou o artilheiro absoluto da campanha com 56 gols (23, em 1936; 23, em 1937; e 10, em 1938).

Em 1941, teve seu último ano de glória no Fluminense: surgiu Carneiro, que passou a dividir com ele a ponta-esquerda, e em 1943 Hércules, que encerrou a carreira cinco anos depois, pediu para ser vendido ao Corinthians - onde jogou ao lado de seu amigo Domingos da Guia, um dos zagueiros que mais trabalho tiveram para marcá-lo.

 

 Meu dia de glória - Hercules

Revista Placar

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Todos os dias aquele garoto mineiro de Guaxupé, subiu no muro do Clube Paulistano.

Lá do alto ele ficava olhando os craques da época, que jogavam e treinavam no campo de futebol: Mário de Andrade, Formiga, Clodoaldo, Barthô e, principalmente Friedenreich.

Depois, voltava correndo para casa, eufórico, com o coração aos pulos.

E dizia para sua mãe – “É inacreditável o que ele faz.

Ninguém pode fazer coisas tão maravilhosas com a bola. Ele é formidável. Perfeito.

Se eu pudesse um dia jogar ao seu lado, serei muito feliz”.

E o garoto Hércules Miranda não conseguia dormir direito, pensando nisso.

Mas, quando conseguia, sonhava com o futebol de Friedenreich, seus passes, seus gols.

Assim foi crescendo, e tentava imitar, com a bola de meia o que Friedenreich fazia com uma de couro.

Aos 16 anos, Hércules foi jogar como amador no Juventus, passando logo depois para o time principal, onde ficou até 1933.

Era o inicio do profissionalismo e Paulo Machado de Carvalho foi buscá-lo para o São Paulo, o time do Friendereich.

Mas seu ídolo já estava em fim de carreira. Quando entrava em campo era no segundo tempo.

Porém, continuava um craque.

Chegou então a semana do jogo contra o Palestra Itália, que seria realizado no campo do São Paulo.

Na véspera, Hércules foi ver a escalação do time: Moreno. Agostinho e Iracino. Rafa. Zazur e Orozinbo. Luisinho. Armandinho. Valdemar de Brito (no segundo tempo Friedenreich). Arakem e Hércules. Friedenreich e Hércules, era demais.

A noite ele não dormiu.

O dia seguinte chegou, o jogo iniciado e no segundo tempo lá estavam em campo Freidenreich e Hércules.

A partida estava zero a zero e o tempo passando.

Quase no fim, Hércules recebe de Arakem, vai a linha de fundo e entregou a bola nos pés de Friedenreich na marca do pênalti, frente a frente com o goleiro Aymoré Moreira.

Fried dominou a bola, preparou a direita, e quando Aymoré pulou, o artilheiro chutou com a esquerda no outro lado.

Estava ganho o jogo.

Gol de Friedenreich, passe de Hércules.

Sonho realizado, um dos dias mais felizes do garoto Hércules Miranda.

Uma emoção somente comparada a um jogo em 1933, quando os paulistas se sagraram campeões brasileiros de seleções. 

O jogo foi em São Januário, campo do Vasco e acabou empatado em 1x1.

Houve, então, a necessidade de uma prorrogação, na qual quem fizesse o primeiro gol, antes dos 30 minutos, seria o campeão.

Dada a nova saída, Romeu entregou a bola para Waldemar de Brito, que a passou para Hércules.

Exausto, ele ainda conseguiu driblar o adversário e, num grande esforço, arrancou para a área, onde chegou tropeçando, quase caindo.

Mesmo assim, conseguiu tocar a bola de lado do goleiro carioca Rei.

A bola entrou bem mansinha. Foi uma festa.

Hércules foi carregado pelos marinheiros do couraçado São Paulo que estava ancorado no Rio de Janeiro.

Na volta a capital paulista, Hércules foi tirado do trem pela janela e festejado como nunca.

Ele perdeu a bagagem, mas ganhou, menino ainda, o melhor momento de sua vida no futebol.

O seu dia de glória.

Abaixo o Fluminense Campeão Carioca de 1936, onde vemos Hércules em pé, sendo o quarto da direita para a esquerda.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Aqui seu primeiro Título pelo Fluminense em 1936.

 

 

No Fluminense, Hércules estreou no dia 12 de junho de 1935, na vitória sobre a Portuguesa de Desportos, por 3 X 1.

Em 1936, juntou-se a ele o centroavante Romeu – que tinha o hábito de passar meses sem errar um passe – e ganhamos o título carioca em uma melhor de três contra os rubronegros.

Em 1937, recebemos mais um grande reforço, o meia esquerda da Portuguesa Santista, Elba de Pádua Lima, o Tim, com quem Hércules formou uma das mais famosas alas esquerdas do futebol brasileiro.

Passamos a ter um ataque devastador e fizemos uma campanha irrepreensível: 17 vitórias, 4 empates, uma única derrota e o saldo de 43 gols.

Em 1938, fomos tri-campeões.

Em 39, nosso clube se envolveu em diversas atividades de apoio à entrada do Brasil na II Guerra Mundial e perdeu o foco da competição, mas nos dois anos seguintes voltamos a vencer o Campeonato Carioca.

Entre 1935 e 1942, o nosso Hércules fez 164 gols em 176 jogos (com a impressionante média de quase um gol por partida) e, até hoje, é o quarto maior artilheiro da História do Fluminense.

No tricampeonato de 36–37-38, foi o artilheiro absoluto, com o total de 56 gols.

Em 1940, foi de novo o artilheiro do time, com 12 gols.

Pela Seleção Brasileira, fez seis partidas e três gols, tendo atuado duas vezes na Copa do Mundo de 1938, na França.

Segundo o cronista esportivo Geraldo Romualdo da Silva, Hércules tinha “um canhão no pé esquerdo e um míssil no direito”, o que justificava seu apelido de “Dinamitador”.

Todo herói é um ser singular, com virtudes e habilidades que o diferenciam dos demais mortais.

No entanto, ainda maior é a glória dos que combateram as forças das trevas e do caos.

O Hércules grego exterminou monstros que ameaçavam seus contemporâneos e executou 12 trabalhos impossíveis.

O Hércules tricolor, entre diversas façanhas, executou 15 gols contra o clube de regatas da Gávea.

Ainda hoje, em quase cem anos de confrontos, considerados todos os jogadores de ambos os clubes, ele se mantém como o maior artilheiro deste clássico.

Eis um herói a quem devemos render homenagens especiais: Hércules, o “Dinamitador” de Fla-Flus.


Após a Copa do Mundo no Uruguai, os clubes brasileiros começaram a se profissionalizar, e no Fluminense o responsável por este trabalho foi o visionário presidente Oscar Alaor Prata, que trouxe para o time a base da fortíssima seleção paulista.


Em 1936, o elenco contava, entre outros, com o versátil e criativo centroavante Romeu e com o ponta-esquerda Hércules.

Neste ano, Flamengo e Fluminense terminaram o Campeonato Carioca empatados em número de pontos e tiveram que decidir o título em uma melhor de três.

Após um empate por 2 X 2 no primeiro jogo e uma vitória tricolor por 4 X 1 no segundo, o troféu foi para as Laranjeiras com o resultado de 1 X 1 no terceiro e decisivo confronto.


No ano seguinte, o meio-campista Elba de Pádua Lima, mais conhecido como Tim, chegou como um grande reforço para o grupo, formando um ataque avassalador ao lado de Romeu e Hércules.

Inteligente, goleador e com um drible desconcertante, Tim se tornou o destaque do time e um dos maiores jogadores da história do Fluminense.

No Estadual de 37, o Tricolor foi campeão com uma campanha irrepreensível: 17 vitórias, quatro empates e apenas uma derrota.

Campeão em 1937, onde Hércules aparece agachado sendo o primeiro da direita para a esquerda.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sob a bututa de Tim, a equipe não teve dificuldades para se sagrar tricampeã estadual em 1938, onde vemos abaixo Hércules sentado na última fileira, sendo o terceiro da esquerda para a direita.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


A seqüência de títulos só foi interrompida em 1939, quando o Flamengo, comandado por Leônidas, venceu o Carioca.

Nos dois anos seguintes o Tricolor venceu o torneio estadual.

De todas as decisões, a mais famosa aconteceu em 1941, no jogo que ficou marcado como o Fla-Flu da Lagoa.

Para à equipe das Laranjeiras bastava o empate para garantir o título. Por isso, os jogadores chutavam a bola para a Lagoa Rodrigo de Freitas.

Os remadores do Rubro-Negro tinham que buscá-la de barco, pois não havia bolas para reposição. A tática deu certo.

No fim, o empate de 2 X 2 e o bicampeonato conquistado pelo Fluminense.


Hércules vestiu a camisa do tricolor carioca por 176 vezes entre 1935 e 1942, fazendo 164 gols em 176 jogos, uma média de quase um por partida, sendo até os dias de hoje, o quarto maior artilheiro da história do Fluminense.

Pelo Fluminense, foi campeão carioca em 1936, 1937, 1938, 1940 e 1941.


O auge de sua carreira aconteceu no tricampeonato de 1936, 37 e 38, quando se tornou o artilheiro absoluto da campanha com 56 gols (23, em 1936; 23, em 1937; e 10, em 1938).

Em 1940, foi de novo o artilheiro do time com 12 gols.

 

 

Em 1940, foi de novo o artilheiro do time com 12 gols.

Pelo clube fez 164 gols em 176 jogos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O time campeão de 1940 ( foto de jornal da época ). Da esqueda para a direita a partir da primeira fila ( de baixo para cima ). Mario Ramos, Romeu, Milani, Russo, Vicentini, Bioró, Pedro Nunes e Adílson. Segunda fila: Machado, Rongo, Hércules, Malazzo, Carreiro, Cussati e Guimarães. Terceira fila: Julio de Almeida (diretor), Moysés, Pedro Amorim, Capuano, Batatais, Maia, Norival, Spinelli e Brant.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Em 1941, teve seu último ano de glória no Fluminense.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foi quando surgiu o jogador Carneiro, que passou a dividir com ele a ponta-esquerda.

Em 1942, transferiu-se para o Corinthians paulista, onde jogou ao lado de seu amigo Domingos da Guia, um dos zagueiros que mais trabalho teve para marcá-lo, vindo a encerrar a carreira um ano depois.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Com a camisa corinthiana, Hércules fez 73 partidas e marcou 53 gols.


A sua passagem pelo Fluminense também ficou marcada fora dos gramados.

Ele se casou com uma associada branca do clube, o que fez com que a diretoria tricolor proibisse o ingresso de atletas nos quadros sociais da entidade.

Os dirigentes diziam que “Hércules tinha de saber qual era o seu lugar - lugar de empregado, lugar de mulato, lugar de crioulo”.

Felizmente, Hércules se deu bem na vida e ao pendurar as chuteiras, em 1946, já era dono de casas e terrenos em São Paulo.


Pela Seleção Brasileira, Hércules fez seis partidas e três gols, tendo jogado duas partidas na Copa do Mundo de 1938.

Em 1938, Hércules foi à Copa do Mundo, na França.

Em sua trajetória de 15 anos pelos gramados, Hércules jogou pelos seguintes clubes: Juventus-SP (1928-1934); São Paulo da Floresta (1935); Fluminense-RJ (1935-1941) e Corinthians Paulista (1942-1943).

Foi campeão carioca nos anos de 1936, 1937, 1938, 1940 e 1941. Foi artilheiro do campeonato carioca em 1936.

Sua trajetória no Timão começou em maio de 1942 quando estreou na vitória por 3 x 0 contra o Atlético Paranaense em jogo amistoso.

Apesar de ter chegado ao clube perto de completar 30 anos, Hércules fez ótimas apresentações com a camisa alvinegra, inclusive tendo terminado como artilheiro do campeonato Paulista de 1943 com 19 gols.

No total foram 73 jogos e 56 gols marcados em 2 temporadas.

Em 1944 Hércules encerra sua carreira, e retorna para o Rio de Janeiro para exercer a profissão de corretor de imóveis.

Hércules faleceu aos 70 anos em 1982.

Abaixo matéria da Copa de 1938 retirada do site internacional: www.futbolnostalgia.com

BRASIL 6-5 POLONIA
El partido con más goles en la fase final de un Mundial fue el Brasil-Polonia de 1938, aunque el partido duró 120 minutos al ser necesaria una prórroga, ya que el tiempo reglamentario acabó 4-4.
OCTAVOS DE FINAL: BRASIL 4-4 (6-5 PR.) POLONIA
Brasil: Lorenzato Algisto Batatais, Affonso Guimarães Afonsinho, Antonio da Guía Domingos, Hercules Miranda da Silva, Leônidas Da Silva, José dos Santos Lopes, Denilson Custodio Machado, Martim Mércio da Silveira, Romeu Pelliciari, José Perácio Berjum, José Mendes Zezé Procópio
Polonia: Edward Madejski, Ewald Dytko, Antoni Galecki, Wilhelm Gora, Erwin Nyc, Leonard Piatek, Ryszard Piec I, Fryderyk Scherfke II, Wladyslaw Szczepaniak, Ernest Wilimowski, Gerard Wodarz
Árbitro: Ivan Eklind (Suecia)
Goles: 1-0 Leônidas Da Silva (18'); 1-1 Fryderyk Scherfke II, pen. (23'); 2-1 Romeu Pelliciari (25'); 3-1 Berjum Peracio (44'); 3-2 Ernest Wilimowski (53'); 3-3 Ernest Wilimowski (59'); 4-3 Berjum Peracio (71'); 4-4 Ernest Wilimowski (89'); 5-4 Leônidas Da Silva (93'); 6-4 Leônidas Da Silva (104'); 6-5 Ernest Wilimowski (118')
Incidencias: Partido disputado el 05-06-1938 en el estadio de La Meinau (Estrasburgo, Francia), correspondiente a los octavos de final del Mundial.

 

 

BRASIL 6-5 POLONIA
El partido con más goles en la fase final de un Mundial fue el Brasil-Pol​onia de 1938, aunque el partido duró 120 minutos al ser necesaria una prórroga, ya que el tiempo reglamenta​rio acabó 4-4

 

 

 

 

 

 

 

Jugada de peligro en el área polaca. De izquierda a derecha aparecen: Edward Dytko, Hércules Miranda, Leônidas da Silva, y Edward Majewski.

Corínthians é Bi-Campeão da Taça São Paulo em 1943

Após o encerramento do 1º turno do Campeonato Paulista, foi realizado os jogos da 2ª taça São Paulo, que reunia os 3 grandes da Capital - Corinthians, Palmeiras e São Paulo.


A primeira partida ocorreu no dia 24 de junho entre São Paulo e Corinthians, e terminou empatada em 1 x 1.

O Timão jogou com Bino, Chico Preto e Beglimomini, Jango, Brandão e Dino, Lucas, Servílio, Teleco, Eduardinho e Hércules.

O Tricolor com King, Florindo e Virgílio, Zezé, Zarzur e Noronha, Cascão, Sastre, Anito, Remo e Pardal.

No dia 27 de junho houve o confronto entre São Paulo e Palmeiras, que terminou empatado sem gols.

No dia 1º de julho ocorreu a partida final, que reuniu o Corinthians e o Palmeiras.

Após os 90 minutos, o Timão venceu por 3 x 1, com 2 gols de Hércules, e 1 de Eduardinho para o Corinthians, e 1 gol de Peixe para o Palmeiras , faturando o Bicampeonato da Taça São Paulo.

 

(General, Domingos da Guia, Bino, Brandão, Begliomini e Dino. Agachados: Augusto, Servílio, Milani, Nandinho e Hércules).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Abaixo Artigo de Jornal da Época onde o Corínthians é Bi-Campeão da Taça Cidade de São Paulo em 1943.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

(Jornal de 1943 destacando a conquista do Bicampeonato da Taça São Paulo pelo Corinthians)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Aqui novamente a foto do Jornal onde vemos Hércules agachado, sendo o primeiro da direita para a esquerda.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

(Equipe que disputou a partida decisiva - Em pé : Jango, Begliomini, Brandão, Chico Preto, Bino e Dino. Agachados: Jerônimo, Servílio, Milani, Eduardinho e Hércules)

 

A Neta de Hércules, Gabriela Miranda entrou em contato com Marcelo Dieguez, e perguntou se gostaria de publicar a história de seu avô, e Marcelo prontamente disse que sim, pois um grande ídolo deve ser sempre lembrado, e Gabriela nos mandou fotos do acervo particular de Hércules vejam:

Aqui Hércules aparece, com um amigo subindo em seu ombro no Campo do Fluminense em 1937.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Abaixo em outra brincadeira, Hércules e o companheiro do Fluminense saltando sobre ele novamente em 1937.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

E abaixo a foto mais rara de todas, é um jogo treino da Seleção Brasileira para a Copa de 1938, acreditamos ser na Bahia, e identificamos alguns jogadores: Em pé aparecem da esquerda para a direita: Nariz, Luizinho, J.N.I., Brandão, Afonsinho e Ademar Pimenta (Técnico).

Agachados: Walter, J.N.I., Hércules amarrando as chuteiras, J.N.I., Leônidas da Silva e Perácio.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Obrigado Gabriela Miranda por enviar estas relíquias de seu avô Hércules!!!!!

 

 

 

 

 

 

Publicado por: Murilo Dieguez

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Fonte de Pesquisa:

Informações e fotos particulares de Hércules enviadas por sua Neta Gabriela Miranda;

www.museudosesportes.com.br

100xcorinthians.blogspot.com

www.flumania.com.br

jtcarvalho.com

blog.cacellain.com.br

terceirotempo.ig.com.br

www.futbolnostalgia.com

acervo www.historiadordofutebol.com.br

 

 

 

 

 

 

 

Aqui Hércules com a camisa da Seleção Paulista.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

"Hércules, você faz parte da história do futebol, e eu Marcelo Dieguez, O Historiador não vou deixar sua história ser esquecida".