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Gandulla, ex-jogador do Vasco da Gama, Boca Juniors- Argentina, Ferro Carril Oeste- Argentina e Seleção Argentina.

 

 

 

 

Bernardo José Gandulla nasceu no dia 1 de março de 1916 em Buenos Aires, Argentina. 

 

 

 

 

 

 

Sua carreira teve início no Ferro Carril Oeste em 1934.

Fez parte de uma famosa linha atacante denominada “La Pandilla”, integrada por Además, Maril, Bornia, Sarlanga e Emeal.

 

Sua importância para o futebol argentino é tão grande, que seu nome foi imortalizado no “Trofeo Gandulla”, que é dado ao melhor futebolista de cada ano.

O C.R. Vasco da Gama contratou do Ferro Carril Oeste, de Buenos Aires, o meia-esquerda argentino,no distante ano de 1939 junto com o ponteiro-esquerdo Emeal.

Como não era dono do passe e a legislação esportiva da época não era muito clara sobre transferências internacionais, Gandulla ficou impedido de jogar.

 

Bernardo Gandulla após a vitória de 5 x 2 – com um gol marcado por ele - contra seus hermanos do Independiente, em dezembro de 1939. 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mesmo não tendo boa sorte no Vasco da Gama, Bernardo José Gandulla foi destaque na Argentina como jogador e técnico.

Em 1940 transferiu-se para o Boca Juniors, onde teve oportunidade de mostrar todas as suas qualidades técnicas que o consagraram como verdadeiro craque.

Aqui Gandulla entre mais 2 companheiros do Boca Juniors.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Era eximio armador de jogadas, além de grande capacidade para marcar gols.

 

Aqui o time do Boca Campeão Argentino de 1940.

Vemos Gandulla agachado, sendo o segundo da direita para a esquerda.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Só em 1940, seu primeiro ano no Boca, marcou 18 gols.

Foi campeão argentino em 1940 e 1943, pelo clube de La Bombonera (Estádio Alberto J. Armando).

 

Aqui novamente o Boca com a Taça de Campeão e vemos Gandulla sentado, sendo o segundo da direita para a esquerda.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Aqui Gandulla em capa de revista ao lado de Evita Duarte

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Em 1944, depois de se recuperar de uma grave contusão, Gandulla voltou ao seu clube de origem, o Ferro Carril Oeste, onde jogou por mais dois anos.


Mesmo sendo considerado um “fora de série”, Gandulla vestiu a camisa da Seleção Argentina, em uma única oportunidade, em 1940.

Em toda a carreira, disputou 249 partidas e anotou 123 gols.

Além do Ferro Carril Oeste, Vasco da Gama e Boca Juniors, Gandula defendeu o River Plate, o Auxerre, da Suiça e o manchester City, da Inglaterra.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Gandula, após “pendurar as chuteiras”, se dedicou a treinar as categorias amadoras do Boca Juniors, ganhando o apelido de “Maestro”, pela capacidade de revelar bons valores para o futebol argentino, entre eles Rattin, Ponce e Mouzo.


 

 

 

 

 

 


Como técnico de equipes profissionais, dirigiu o Boca Juniors nos anos de 1957 e 1958, e depois nas temporadas de 1967, 1971 e 1972.

BERNARDO GANDULLA ( 1 de março de 1916 - 7 de julho de 1999 ) jogador argentino da década de 30 e 40 iniciou sua carreira no Ferro Carril Oeste, onde jogou de 1935 a 1939 e de 1944 a 1946, marcou 87 gols em suas 174 partidas pela equipe argentina.

Entre 1940 e 1943, Gandulla jogou no Boca Juniors, onde jogou 57 partidas marcando 26 gols e campeão argentino duas vezes, jogou apenas uma partida pela seleção Argentina, aqui no Brasil jogou pelo Vasco da Gama não era muito utilizado e a maioria das vezes ficava no banco, sendo assim, ganhou destaque por correr atrás da bola quando ela saia de campo, em alguns casos Gandulla buscava a bola até para os adversários, ganhando a simpatia de todos.

Por este fato de ir buscar a bola para os adversários, acabou pegando o apelido de gandula para as pessoas que buscavam a bola para reposição de jogo.

 

Gandulla faleceu, vítima de problemas respiratórios, em 7 de julho de 1999 aos 83 anos em Buenos Aires.

 

Publicado por: Murilo Dieguez

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Fonte de Pesquisa:

acervo www.historiadordofutebol.com.br

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

"Gandulla, você faz parte da história do futebol, e eu Marcelo Dieguez, o historiador não vou deixar sua história ser esquecida".